segunda-feira, 30 de abril de 2018

Livro: Visagens, assombrações e Encantamentos da Amazônia



Confesso: Este ‘’universo’’ de visagens e encantamentos me encantam, pois me lembro do tempo que eu e a "mana abençoada" ouvíamos muitas histórias de pura assombração.

As histórias (lendas e mitos), eram contadas sempre à noite, como ‘’manda o figurino’’. Por isso, era difícil dormir, mas com o tempo conseguíamos ‘’filtrar’’ o que era verdade ou ‘’inventação’’!

Pois bem, aqui compartilho um livro bem ‘’Ohhhhhhhh, Meu Deus’’, escrito por um paraense que viajou e viaja muito pelos rios da Amazônia, coletando ‘’pérolas’’. E, deve ser por isso, que suas histórias possui um ‘’q’’ de ‘’verdade’’, já que são contadas por pessoas que viram ou ouviram e registradas quase na integra por Walcyr Monteiro.

Então, vamos-nos ‘’arrepiar’’ com as inúmeras histórias de visagens, assombraões e encantamentos da Amazônia? Prepare o seu ‘’patuá’’ e vamos manaaaaaaaaaaaaaa(o)!

Qual a história que vou compartilhar? Como dizem meus amigos de Cametá, ‘’que tar’’ a história ‘’História de Amor’’?

Vamos lá! Vou tentar recontar, mas é claro que vou ‘’riscar fogo’’ sem queimar brasa!(Rsrs)

Um homem chamado de ‘’Beleza’’ e que morava em Breves contou para Walcyr Monteiro, durante a inauguração do Curso de Pedagogia no Campus da Universidade do Estado do Pará, cujo tema era ‘’Globalização e resistência Cultural’’, a seguinte história:

Era uma vez, um homem que morava no alto Rio Anapu, que é do Município de Portel, que ao sair para caçar foi pego por uma forte chuva. Ele então parou perto de um pau grande para ficar protegido naquele momento, já que a chuva ‘’por essas bandas’’ é chuva forte ‘’papai’’!

A chuva não parou. Pelo contrário, aumentou. Por isso, ele viu um pau maior de uns três metros de largura com um grande buraco e foi até lá! O que aconteceu? Ele viu que tinha uma mulher lá dentro. Quem era? ‘’Pasmem’’... Uma Curupira!!! O que ele fez? Ele dividiu o espaço com a ‘’pé para trás’’ naquela hora.

O que eles fizeram? Misericórdiaaaa...Impróprio para ser revelado por aqui,mas posso dizer que no final de umas ‘’situações’’ ele ficou apaixonado por ela e você sabe que algumas vezes homem apaixonado acaba jogando ‘’tudo pelo ar’’ e foi o que ele fez.

Indicação de leitura !

Vale a pena ler toda a coleção deste talentoso paraense, Walcyr Monteiro, que passei a admirar. E quem sabe um dia ‘’chego lá!’’

Bjs,

Alda de Cássia 


* Imagem; Mercado Livre e revista UFO

domingo, 29 de abril de 2018

Carreira - Lição O que aprendi com Steve Jobs





Brasileiros que trabalharam na Apple contam como a proximidade com o fundador da empresa, falecido mudou suas carreiras.


"Tive contatos com Steve Jobs durante encontros anuais de funcionários, nos quais ele fazia apresentações para meu grupo. Apesar de ser uma grande empresa, sempre tive a sensação de que Steve era uma pessoa muito próxima, dada a presença constante dele nos eventos. O que sempre me impressionou era a capacidade que ele tinha de transmitir a estratégia da companhia de forma simples e objetiva. essa forma de agir acaba passando para o estilo gerencial da organização toda. ele exigia muito, falava claramente o que queria, sem dar voltas. Esse foco na simplicidade sem dúvida foi uma das lições que eu tirei dos 11 anos que passei na apple. outra coisa que você aprende quando trabalha lá é a dizer “não” e a argumentar com motivos claros.”

Marinaldo Neves de Azevedo, gerente de contabilidade e finanças da Nextel, em São Paulo, foi gerente de operações de canais e controller da Apple América Latina, nos Estados Unidos, de 1999 a 2011.


"O que mais me encantou foi que, apesar de uma empresa gigante em termos de receita e número de funcionários, o empreendedorismo está muito presente no dia a dia de trabalho. as lideranças da apple estimulam constantemente que novos projetos saiam do papel, sem burocracia ou politicagem, e que seus funcionários entreguem além do escopo. esse fato, sem dúvida, reflete a visão e o modelo de gestão de Steve Jobs. Tive a oportunidade de estar com Steve mais de uma vez, e impressionava sua capacidade de síntese, objetividade e baixa tolerância para a incompetência. Comentários não inteligentes ou perguntas inadequadas nunca recebiam a atenção dele. Por ser muito admirada, a apple tem funcionários de alta qualidade, o que faz a companhia estar constantemente ‘elevando a barra’ nas práticas de gestão. É um verdadeiro orgulho ter vivido uma experiência profissional na apple durante a era Jobs.”

Pedro Sirotski Melzer, sócio da Warehouse Investments, de São Paulo, foi gerente mundial de receitas da loja online da Apple em Cupertino, nos Estados Unidos.



"Uma coisa que aprendi na apple foi a priorizar. a empresa possui vários projetos, mas eles dão mais importância àqueles que trarão resultado em grande escala. Isso é algo que busco em meu dia a dia. Aos olhos do consumidor, parece que os produtos são a base de todo o sucesso da organização. mas, de dentro, pude perceber que, além dos produtos, os processos são outro alicerce. As ações são implementadas da mesma maneira em todo o mundo. isso dá a sensação de trabalhar numa empresa pequena, mesmo estando numa corporação que fatura 100 bilhões de dólares. a figura de Steve Jobs é muito valorizada. havia grande respeito e admiração. e, dentro da apple, a admiração não era apenas por Steve, mas por toda a liderança.”

Silvio Bandini, executivo de finanças da Husqvarna, em São Paulo, foi CFO (líder da área financeira) da Apple Brasil de 2008 a 2010."


Autor: Murilo Ohl 
Fonte: Você S/A / Desenvolva sua carreira / Carreira - Lição | O que aprendi com Steve Jobs.


 *Pesquisa e arte: Vitória de Cássia

sábado, 28 de abril de 2018

20 dicas para você vencer o medo de montar um negócio de sucesso








     "Se você tem vontade de ser um empreendedor, veja como é possível deixar a insegurança de lado e partir para essa jornada
Atire a primeira pedra quem nunca teve vontade de montar um negócio. Seja numa situação de desemprego, seja pela vontade de ganhar autonomia, todo mundo já foi cutucado pelo desejo de se tornar o próprio patrão. Mas a grande questão é: quantos desistem de colocar o seu sonho em prática? A maioria dos "aspirantes" a empresários, com certeza, joga a toalha antes mesmo de dar o primeiro passo. A razão está no medo. As pessoas têm pavor de apostar seu capital na montagem de um negócio e acabar perdendo investimentos que muitas vezes demoraram anos para serem acumulados.
Marcos Hashimoto, coordenador do Centro de Empreendedorismo do Insper, diz que o Brasil tem muitas oportunidades, mas os empreendedores não estão bem preparados para aproveitá-las. E acabam sucumbindo. Um exemplo é que cerca de 27% das micro e pequenas empresas paulistas fecham as portas no primeiro ano de existência. Além dos ventos muitas vezes desfavoráveis que afetam a economia brasileira, a razão para o fracasso está na falta de planejamento. Com os pés no chão, a chance de vencer a insegurança e ser bem-sucedido aumenta muito.
Os que alcançam o sucesso são aqueles que corretamente identificam as oportunidades e tiram bom proveito delas. E que não se intimidam. "Acima de tudo, é importante ter perseverança, determinação e não se deixar levar pelas circunstâncias agressivas, que muitas vezes ameaçam a construção de um negócio. É fundamental levantar-se rapidamente das quedas", afirma Hashimoto.
SAIBA MAIS

Apesar de todos os empecilhos, o número de pessoas que se aventuram em busca de seus ideais é grande no Brasil. Não é à toa que o país está sempre em lugar de destaque quando se fala em empreendedorismo. Paulo Veras, ex-diretor geral do Instituto Endeavor, diz que o perfil do brasileiro é marcado por ousadia. "O brasileiro se sente mais confortável em lidar com o risco do que outros povos".
O medo que envolve montar um negócio estará sempre presente. Ele é até saudável, desde que não imobilize. O livro Como Fazer uma Empresa Dar Certo em um País Incerto, editado pelo Instituto Endeavor, descreve a importância do medo: "(...) O medo de não dar certo é absolutamente essencial, pois serve para que o empreendedor conheça seus limites e calcule o tamanho de seus riscos".
Se você se inclui no universo de candidatos a empreendedores que têm vontade de montar um negócio, mas estão tomados pelo medo dos riscos e incertezas, juntamos 20 dicas (que podem ser lidas nas próximas páginas desta reportagem), dadas por especialistas em empreendedorismo, para ajudá-lo a criar coragem para ir em frente e construir uma história de sucesso. Dê seu primeiro passo e boa sorte!"

Autora: Júlia Zullig


* Pesquisa e arte: Vitória de Cássia


sexta-feira, 27 de abril de 2018

Livro: A criança e Poesia na pedagogia Freinet



Bem, hoje compartilho mais um livro do Kit de ‘’Contação’’. Qual? ‘’Criança e Poesia na Pedagogia Freinet’’, de Glória Kirinus’’, lançado pela Editora Paulina.

De fato : Poesia e Criança são um ‘’prato cheio’’ para um pedagogo, principalmente se for Freinet ! Sim, ele era um Francês que até hoje é muito referenciado na Educação.

Segundo a Revista Nova Escola : ‘‘Criou uma pedagogia do trabalho. Para ele, a atividade é o que orienta a prática escolar e o objetivo final da educação é formar cidadãos para o trabalho livre e criativo, capaz de dominar e transformar o meio e emancipar quem o exerce...’’.

Pois bem, o que posso falar sobre o livro? Hummmm...Poderia falar muitas coisa, mas pretendo deixar algumas citações sobre grandes escritores, pensadores, poetas e filósofos, também, da autora e convidá-la(o) mana (o), para uma leitura mais apurada do livro em si.

Vamos Lá!

 ü Segundo a autora, as palavras, quando em contato com as crianças, tornam-se reais. Tornam-se ‘’palavras-coisa’’, ‘’palavras-brinquedos’’.

 ü  ‘’ A girafa ficou com o pescoço daquele jeito de tanto olhar para a casa do vizinho’’ (Mario Quintana)

 ü ‘’ Chamamos de ser poético, ou melhor, de ser mitopoético, o homem integrado com e na sua ambiência.Este homem é capaz de aceitar com naturalidade a confusão dos contrários e de criar o Novo a partir do caos com-fusional’’.
  ( Gloria kirinus)

Dica para ser lido na íntegra!

Bjs,
Alda de Cássia

* Imagem: Paulinas


quarta-feira, 25 de abril de 2018

Livro: 30 histórias para dormir



Amooooooooooooo ler! Amoooooo contos! Amooooo, principalmente ser forem histórias infantis, pois como trabalho com crianças na Estimulação Precoce acabo por ter a necessidade de ‘’viajar’’ algumas vezes para o mundo infantil, tendo a literatura como meu ‘’passe livre’’.


Aqui, neste compartilhamento, "30 histórias para dormir" livro lançado pela editora Culturama, aguçou-me a vontade de ler do primeiro à última história. Bem, verdade, nossos pais nunca contaram histórias ‘’ao pé da cama’’, mas sempre nos motivaram a ler muito, sejam gibis ou livros de contos de fadas.

Até me lembro que ficava intrigada com a história da "chapeuzinho vermelho". Sim, como um lobo pode engolir a chapeuzinho e a avó para depois saírem inteiras da barriga do lobo após o corte da barriga pelo caçador? Como podia?

Pois bem, escolhi 1 das 30 histórias para dormir: ‘’O velório da onça’’, que conta a história de uma onça muito esperta que inventou uma grande mentira: Estava prestes a morrer!

Os bichos, penalizados com a situação, acabavam indo visitá-lo, mas não voltavam até que o jabuti descobriu que tinha algo errado nessa história.

Ele parou perto da caverna e começou a analisar a entrada da caverna. Ao perceber que as pegadas só ‘’iam’’, mas não ‘’voltavam’’, ele resolveu não entrar.

O que a onça fez? Disse que estava muito cansada e poderia acabar não a vendo antes da morte.O jabuti que não era bobo disse que descobriu tudoooooooo  e por isso, voltaria mais tarde.


Super dica de leitura!
Vale a pena ler na integra!

Bjs,
Alda de Cássia

 * Imagem: Magazine 10

terça-feira, 24 de abril de 2018

Área do cérebro é responsável por ignorar notícias ruins, aponta estudo.





"Região frontal do cérebro atua no preconceito contra eventos adversos.

Ao formar crenças e valores, a maioria das pessoas tende a incorporar notícias boas e a ignorar as ruins. Agora, um novo estudo internacional descobriu que uma região específica do cérebro é responsável pelo preconceito contra tudo o que é negativo.

Os resultados estão descritos na revista 'Proceedings of the National Academy of Sciences' (PNAS), da Academia Americana de Ciências.
Esse comportamento inerente ao ser humano é capaz de reduzir o impacto social de informações desfavoráveis, mas, por outro lado, acaba gerando 'bolhas de otimismo', como a que estourou no sistema financeiro mundial em setembro de 2008. Antes de a crise vir à tona, economistas e analistas de vários países haviam ignorado diversos sinais de que o mercado imobiliário dos EUA entraria em colapso, levando a um efeito dominó no restante do globo.

A pesquisadora Tali Sharot e colegas – da University College de Londres, da Universidade da Pensilânia, nos EUA, da Universidade Livre de Berlim e da Universidade Humboldt de Berlim, na Alemanha – avaliaram 30 voluntários saudáveis, divididos em três grupos. Eles foram submetidos a uma estimulação magnética transcraniana, método não invasivo e indolor que aplica ondas eletromagnéticas no cérebro.

Os cientistas descobriram que uma área chamada 'giro frontal inferior' (IFG, na sigla em inglês), localizado na parte da frente da cabeça, pode estar envolvida na assimilação de coisas boas e na rejeição das ruins.

A região foi estimulada e, depois, os autores pediram aos participantes para estimarem a probabilidade de experimentar 40 eventos adversos na vida – desde um roubo de carro até uma doença de Alzheimer. Após as respostas, os indivíduos ficaram sabendo da probabilidade média de aquelas situações acontecerem a uma pessoa com perfil socioeconômico parecido ao deles.

Em seguida, os voluntários foram solicitados a recalcular a estimativa, e os pesquisadores observaram que aqueles que receberam estímulos no lado esquerdo do IFG apresentaram uma tendência maior a incorporar notícias ruins em suas crenças, enquanto os que receberam estimulação na parte direita ou fizeram parte do grupo de controle mostraram o comportamento típico.

Apesar disso, interromper a parte esquerda do IFG não alterou processos como o aprendizado e a tomada de decisões, segundo os autores."

Fonte: G1


*Pesquisa e arte; Vitória de Cássia  

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Você Sabia que criatividade e talento não se separam.








   "Designer cria linha de pregadores de roupas inspirada em acrobatas."

              Utensílio visa deixar tarefas domésticas menos entediantes
Fazer o trabalho doméstico muitas vezes pode ser um tanto entediante. Pior ainda se não pudermos contar com adereços que contribuam para deixar as tarefas diárias um pouco mais divertidas. O simples ato de pendurar as roupas no varal, por exemplo, pode se tornar uma atividade menos maçante graças aos pregadores Pegzini Family.

Produzido pelo designer Oded Friedland, criador da Monkey Business, o conjunto de pregadores é inspirado em cinco acrobatas que parecem se equilibrar no varal enquanto seguram suas roupas.
Um kit com cinco peças saem aproximadamente R$ 34. As encomendas podem ser feitas aqui."

Fonte: Redação da Revista Pequenas Empresas e Grandes Negócios


*Pesquisa e arte:Vitória de Cássia