sábado, 27 de agosto de 2016

O prazer de ler e escrever.






Antes de tudo, sou muito agradecida aos nossos pais, por terem ‘’jogado’’ uma ‘’semente literária’’em meu coração, ou melhor, nosso, porque a ‘’mana abençoada’’ também ama ler e escrever.

Por que digo amo ler e escrever? Porque é algo que faz você se sentir bem, acolhida, com a sensação de liberdade. Traz inspiração.Traz aquela sensação inigualável de bem-estar.Sem cobranças e sem tempo perdido...Assim sinto!

Para alguns, pode ser uma ‘’fuga’’ me afastar para ler e escrever, ou seja, fugir da realidade, mas na verdade, a cada leitura, a sensação de reencontro com o meu ‘’eu"  ... É grande!

Qual a sensação que sinto? Simbolicamente seria: Chegar a uma entrada onde há um labirinto. Depois ir explorando o lugar até achar a saída. Só que, neste labirinto, as paredes são de páginas literárias, das quais eu paro para ler e me encantar.

Tenho um sonho: Publicar livros de contos e fábulas, que estão guardados a ‘’sete chaves ‘’ em minha gaveta. Frutos de anos lendo livros literários ou não. Mas, confesso que este dia chegou! Uhuu!

Estou preste a publicar o primeiro! Sim! Meu primeiro livro é com a capa ilustrada pela minha ‘’mana abençoada’’. Foi fruto de uma experiência vivida no hospital em que trabalho,mas também vem com outras duas propostas: uma  de uma nova intervenção do terapeuta ocupacional junto à comunidade Apaeana e a outra, as pessoas que buscam respostas aos seus questionamentos. Mas que fique claro que é um livro que usa contos e fábulas que favorecem a autoestima e qualidade de vida e não de um tratamento psicológico.

A primeira edição não será vendida e sim distribuída e, ainda tenho uma proposta de idealizar uma "Oficina de criação de histórias’’ com objetivos bem definidos.Por isso,agradecemos de coração entre outros, o apoio da FEAPAES-PA ( Federação das APAES do Estado do Pará e da APLUB/Carimbó da Sorte.

A segunda edição, no entanto, será lançada e vamos disponibilizar no site da editora e outros pontos de venda, que serão divulgados posteriormente, pois desejo compartilhar o ‘’muito’’ que aprendi nesta longa estrada de leituras literárias.

Um segredinho: Ontem, eu a ''mana abençoada'' e o nosso amigo incentivador Dr.Emanoel (Presidente da Federação das APAES do EstadOo Pará - FEAPAES- PA), a quem agradecemos de coração, ficamos por ''alguns minutos'' com o livro nas mãos... Sem palavras!!! Sonho parcialmente realizado.

Quando será lançado? No início do próximo mês, pela Editora Paka-Tatu, em um Festival de Arte. Minhas últimas palavras por aqui: ''Tudo posso naquele que me fortalece''. Obrigada Meu Deus e a todos que colaboraram direta e indiretamente para a realização deste sonho.

Bjs,
Alda 


sexta-feira, 26 de agosto de 2016

As reticências





Existem momentos em nossa vida, que as reticências, sim aqueles três pontinhos (...). Estes aí... São bem representativos. No meu caso, eles representam o meu ‘’tempo de emoção’’.

Aqui, no blog Diário das Gêmeas Paraenses, tenho o hábito de fazer umas paradas. Daí as reticências acabam deixando ‘’no ar’’ que estou elaborando o meu pensamento, para poder ‘’peneirar as palavras enroladas na emoção’’.

Complicado? Penso que não! Confesso que, quando estou ouvindo o outro falar, eu até procuro não pensar em (...). Mas algumas vezes é inevitável. Fico já com as ideias em ‘’alerta’’.

Não deixo porém (...) quando falo algo ou expresso minhas ideias e sentimentos, pois eles são pontuados com um ponto ( . ). Não gosto de deixar ‘’no ar’’ o que desejo deixar claro.

Vamos lá!
Eu penso...
Eu escrevo.
Eu voo nas palavras...
Eu chego à terra firme.
Eu vivo o presente...
Eu sou o meu presente.

Um conselho: Na vida é preciso colocar ( . ) nas fases da vida, para que um outro ciclo se inicie. Mas (...) quando a saudade fizer você lembrar dos bons momentos vividos e quando ocorrer ... 

Bjs,

Alda

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Af,que mico!


Essa história tirei do ''fundo do baú''... Uma das minhas preferidas! (rs)

Sempre tem alguém pagando ‘’mico’’ neste mundo a fora. É claro, mais que evidente, que eu estou nessa! (rs).

Bom, a situação foi essa que hoje vou compartilhar com você. Eu estava em viagem a trabalho para São Paulo, quando resolvi levar uma ‘’lembrança fotográfica’’ do hotel onde estava.

Sabe quando você não sabe o que fazer sozinha em um quarto de hotel, em uma noite fria paulistana? Pois bem, inventei de fotografar o quarto para a "mana abençoada" (rs).



Havia lido já os informativos na porta do quarto, entre eles: ’’Qualquer dano ao quarto, desde objetos quebrados a alarme falso de incêndio, será de responsabilidade do hospede os prejuízos causados ao hotel.



Sim! Já sabia! Sem problemas. Estava ‘’zen’’ vontade de quebrar nada (rs). Foi aí que então, peguei a minha máquina de fotografia e mirei no quarto. Foi quando disparou um rápido alarme de incêndio... Meu Deussssssssssssssss...Tudo acabado... Vou ter que lavar louça para pagar o prejuízoooo...(rs).



De imediato, tinha que me livrar da prova do crime. Joguei a máquina na bolsa e joguei a bolsa no armário. Pulei para cima da cama. Arrepiei os cabelos. Joguei os óculos na mesinha. Puxei o edredon e rezei para ninguém aparecer...



No mínimo iria dizer que estava dormindo, ou melhor, que era sonâmbula e tinha deficiência auditiva, por isso não havia ouvido o alarme tocar... (rs)



O pior foi que quando cheguei aqui em Belém ao olhar as fotos tiradas naquele dia do hotel... Ela estava não só tremida, mas havia tirado foto do meu pé(rs)...MICOOOO  FEDERALLLL! ( rs)

Enfim,estou pensando em fundar uma ''Escola de Micos''. Quem quer participar? Mas, o lado bom...Ficou as lembranças ''juntinho'' com muitos risos (rs).


Veiooooo do túnel do tempo !


Bjs,

Alda


quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Livro : Meus primeiros versos




Hoje, quero falar sobre um livro bem interessante: ’’Meus primeiros versos’’. Gosto muito de ler. Que bela indicação de leitura vou dar. Até rimou, mas não quero esnobar! (rs). Uma vez, uma amiga perguntou:’’O que você gosta de ler?"

 Respondi: ‘’Tudo que me acrescenta. Toda leitura, que deixa os meus pés fora do chão, meu corpo fora da cama e meus pensamentos dentro do mar de palavras’’.

Quais os livros que gosto de ler? Vou contar um segredinho. Se for de coração para coração e comprado com carinho... Eu vou ficar  muito feliz em receber.

Vamos lá!

Escolhi um verso de Cecília Meireles. Vou fazer diferente! Fui no ‘’papai Google ‘’e achei o verso com uma linda imagem!Veja que bela.

Sugestão de leitura!

Bjs,
Alda


Imagem: Google






terça-feira, 23 de agosto de 2016

Estrambólica e Paralelepípedo



Foto:Google
Assim seriam os nomes dos meus filhos, se eu os tivesse: ’’Estrambólica e Paralelepípedo’’ (rs). Assim digo quando ouço as mães das minhas crianças as quais atendo chamá-los de ‘’bebê ‘’ ou ‘’neném’’.

Vamos convir que, a partir do momento que você registrar o seu filho, ele já ganha uma identidade própria. Senão, não adiantaria nada tantas ultrasonografias para saber se é menina ou menino, que no final das contas você o despersonaliza. Não é mesmo?
Vamos pensar juntos! Ok?

Nossos pais escolheram entre ‘’trilhões de nomes’’, os nossos nomes. Correto?Então, siga a minha linha de raciocínio (rs).Pois bem, se este é um fato confirmado e consumado juridicamente(rs), que ‘’cargas d’água’’ alguém chamar de ‘’bebê’’ ou ‘’neném’’ quando você era pequeno (a)?
‘’Tá bom, Tá bom’’... Ok. É um modo carinhoso... Seiiii, mas pense bem. Você já tinha um nome.

Hoje, não é diferente! Vejo mães chamarem seus filhos dessa forma e, quando a criança é chamada pelo seu nome, ela nem olha... Entendeu, o que quero dizer?... Ufaaa! Que bom!!(rs)

Então, toda criança que faço avaliação para entrar no Programa de Estimulação Precoce, no setor de Terapia Ocupacional, eu logo vou cantando o meu ‘’be-a-bá’’. Mas, sempre com bom humor (rs)

E digo assim: ’’Se eu tivesse filhos, eles seriam a estrambólica e o paralelepípedo. Assim, quando estivesse com eles no Círio de Nazaré e os tivesse perdido na multidão de romeiros, eu gritaria pelos seus nomes. 
Garanto que eles voltariam para a santa mãe’’(rs)

Dias desses, falei sobre esse assunto no hospital para uma colega de trabalho e havia uma senhora que ouvindo disse: "Meu Deus! Que bom que ela não tem filhos’’. E eu, como sempre, ainda disse mais: ’’E se o meu paralelepípedo  chegasse dizendo que o chamaram de ‘’lepipido’’ ele seria chamado atenção, porque não tive tanta criatividade na escolha do seu nome para que ele recebesse um ‘’apelido’’(rs)

‘’Só Jesus salva essa menina, meu Deus’’...Ela disse, com a mão na cabeça...’’Amém’’ eu disse(rs).

Por isso, que eu sempre digo que, quando é para acreditar em mim,...ninguém acredita.(rs)


Vinda do túnel do tempo... 

Bjs,
Alda 

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Olimpíadas da Superação.





"Somos todos Olímpicos" ... sim !!!!  Com muito orgulho !!!  Somos brasileiras, paraenses, amamos ler e admiramos os esportes. Desde pequenas, gostávamos de Educação Física. Chegamos a saltar obstáculos, a praticar voleibol e handebol na escola e na universidade. Nadar, andar de bicicleta e patins, corrida de saco e por ai nossa infância caminhava. (rs). Não temos o que reclamar da infância e sim agradecer, pois a paixão pelos esportes começou de lá.

Nossa homenagem a todos os atletas olímpicos. Como não temos espaço para colocar as fotografias de todos os atletas, representamos uma parte deles neste mural acima.

Convidamos nosso associado, Márcio Rodrigues, para falar um pouco do que ele achou das Olimpíadas 2016 no Rio de Janeiro.

Bjs,
Vi e Alda

As Olimpíadas no Rio de Janeiro terminaram. Alguns fatores positivos podem ser destacados. Um deles foi a realização no Brasil de um grande evento, com a oportunidade de milhares de brasileiros poderem assistir em seu país um evento esportivo desta magnitude. Outro fator foi a satisfação de atletas brasileiros competirem no seu país de origem. De fato, pôde-se perceber a alegria deles em estar competindo no Brasil.

Mas além nesta questão dos atletas brasileiros, observei a dedicação deles e sua vontade de representar com paixão e dignidade sua nação. O exemplo da Rafaela no judô e dos atletas baianos na canoagem e no boxe foram altamente significativos, pois pessoas simples enfrentando diversas dificuldades, conseguiram chegar ao pódio sendo reconhecidas por todo o Brasil.

Estes exemplos de superação e força de vontade destes atletas deu a nós brasileiros uma alegria muito grande. Pois é possível dentro de certas condições de treinamentos, haver real possibilidade de sucesso.

Mesmo atletas que não conseguiram medalhas foram aplaudidos e reconhecidos em seus esforços, dando também um maior sentimento de brasilidade, já que havia paraenses, cariocas, catarinenses e outros torcendo por atletas de localidades de estados diferentes. O que importava era torcer pelo Brasil.

Estas Olimpíadas do Rio mostraram mais ainda que os esportes são um dos meios para dar oportunidades às crianças e adolescentes brasileiros, dando a eles objetivos importantes na vida, valorizando a saúde e o bem estar, o espírito de companheirismo, de trabalho em equipe e do amor à nação. E, em um país onde vemos tanta violência, com jovens envolvidos em atitudes ilícitas, o esporte pode ser um dos caminhos para combater o envolvimento da juventude no mundo da violência e dos vícios.

Por fim, quero ressaltar o exemplo dos atletas mundiais como Bolt e Phelps que participaram pela última vez do grande evento olímpico e que atraíram multidões do Brasil e até mesmo muitos torcedores de outros países que vibraram com eles em cada conquista, deixando de lado a questão nacionalista e focando no esporte em si e seus grandiosos ídolos.    

Parabéns aos atletas brasileiros que se portaram dentro do verdadeiro espírito olímpico, assim como aos brasileiros que estiveram apoiando nossos atletas e valorizando os esportes.  

Abraços,


Márcio Rodrigues




domingo, 21 de agosto de 2016

Pense rápido



Um nome ?
Uma palavra?
Uma frase?
Um sentimento?
Um sonho?
Um desejo?
Família é ...
Meus amigos são...
Eu sou...
Deus é ...

Pois é, hoje fiz diferente! Costumo refletir e compartilhar meus pensamentos por aqui, no blog Diário das Gêmeas Paraenses, mas pensei e resolvi fazer estas perguntas para você.

Penso que precisamos ter as respostas "nas pontas da língua", como nossa mãe dizia, quando queria que respondêssemos rápido suas perguntas referentes às nossas lições escolares.

Porém, a vida também ‘’cobra respostas rápidas’’. Quem nunca ficou ‘’sem palavras‘’ para responder um e-mail, uma mensagem no ‘’zaps’’ da vida ou dar resposta ao outro, quando o assunto tem referência às nossas particularidades?

Ás vezes, ou melhor, muitas vezes, as comunicações ficam ‘’estremecidas’’ quando não conseguimos que o outro compreenda o que queremos dizer. Daí, só será uma questão de segundos para um desentendimento.

Bem, sou... Ops! Era muito impulsiva em minhas ações e na forma que expressava minhas emoções e ideias tudo ficava muito confuso para o outro, mas o curso de terapia ocupacional, me ‘’lapidou’’ e hoje sou muito observadora, ‘’muito na minha’’.

É preciso, ter cuidado ao falar e ao agir, porque um dia podemos passar uma ‘’mensagem errada’’ e quando isso acontece, as palavras podem ‘’se perder no tempo’’.

Como assim? Digo que, tudo que falamos ou escrevemos, fica registrado. Vou dar um exemplo: Imagine uma mãe dizendo ao  filho que ele é ‘’burro’’ não aprende quando ela olha para o seu boletim escolar.

Quase certo, que ela vai se arrepender de ter falado, mas a criança, infelizmente, terá registrado! Todos nós registramos,  desde pequenos, o amor e o desamor em forma de palavras e ações.

Registramos os carinhos ou as agressões, sejam verbais ou físicas.Se somos valorizados e incentivados desde crianças, seremos adultos confiantes do seu potencial de reação as adversidades, mas se a nossa autoestima for reforçada negativamente, então, seremos inseguros e pouco confiantes para lutar em busca dos nossos sonhos.

Portanto, antes de falar, pense rápido sobre os estragos ou benefícios de uma palavra ‘’jogada ao vento’’, porque ela pode ser um vento em dia de muito calor ou uma ventania que depois que for embora poderá ter feito estragos sem precedentes.

Bjs,
Alda