terça-feira, 21 de janeiro de 2020

Amor por Belém - @Junniorbelém



Hoje, vou falar sobre o Junior, que conheci no ‘’Instagram’’ após ‘’curtir’’ e ‘’comentar’’ sobre suas lindas fotos, ‘’clicadas’’ por vários pontos turísticos daqui de Belém do Pará, que, por sinal, retratam de vários ângulos tanta beleza da nossa ‘’Cidade das Mangueiras’’.

Segundo o Junior, ele começou a registrar ano passado, em Janeiro. Os primeiros registros foram no Bosque Rodrigues Alves e desde aquele dia não conseguiu deixar de eternizar ‘’cada canto entre canto’’.

Ele se diz ‘’fascinado’’pelos casarões antigos e pela natureza. De fato, ele não só ‘’compartilha’’ com textos históricos do local, como coloca no ‘’Story’’ várias fotos de lugares em seus detalhes.

Ele ficou quase 2 anos sem ‘’usar o instagram’’, porém quando comprou um novo celular com mais recursos se sentiu preparado para ‘’voltar’’, mas a sua intenção era ‘’postar’’ sobre músicas, filmes e livros, sendo assim mostraria as ‘’suas coleções’’.

Ao conhecer o perfil @Belemcity, ele mudou de ideia. Mudou de rumo, pois viu que eles ‘’postavam’’ fotos de outros ‘’ apaixonados’’ pela ‘’Manguerosa’’e pensou: ‘’Por que eu não faço um registro assim?’’.

Pois bem, aqui estão 4 fotos de sua seleção da seleção de suas fotos que por sinal foi muito difícil para escolher e compartilhar por aqui. Ele nos dá um presente quando junto com as fotos envia a sua emoção em forma de escrita os cenários registrados:

‘’Nas primeiras imagens as ruínas da Capela do Engenho do  Murutucu. Por que escolhi esse lugar entre outros de Belém? Porque amo arquitetura antiga, e quando eu fiquei sabendo da existência dessas ruínas, eu tive que ir lá pessoalmente conhecer. Um lugar mágico. No meio do mato. Onde você só escuta o silêncio sendo quebrado pelo canto dos pássaros".

"Vou falar um pouco do engenho e da Capela: Essa Capela foi construída em 1711 e foi dedicada a Nossa Senhora da Conceição e as margens do igarapé Murutucu estão localizadas as ruínas de um engenho de cana-de-açúcar  construído em 1610".

"Encontram-se os vestígios do que fora a Capela , a casa grande, a casa de força , a senzala, entre outros edifícios do outrora próspero Engenho Murucutu. A história do Murucutu conta com diversos proprietários e uso do local junto com a presença de escravizados indígenas e afrodescendentes".



"As últimas imagens são de Mosqueiro, e ano passado (2019) eu fui pela primeira vez em Mosqueiro, e eu amei a ilha, suas histórias, seus casarões, suas praias, essas escolhidas (fotos) são da Praia do Bispo, com as suas ruínas antigas, residência do prefeito de Mosqueiro e do Porto Arhur, esse lindo Caramanchão fica bem em frente ao Chalê Porto Arthur, antiga residência de Arthur Pires Teixeira. Arthur Pires foi quem praticamente levou inovação para Mosqueiro e a fez expandir’’.















Uauuuuuuu !!!!! Que viagem histórica que o Junior acabou de fazer e olha que sem sair de casa só com a ‘’viagem dos olhos de um ponto ao outro da tela. Não foi mesmo?

Minha sugestão a você: ‘’Vá lá! ’’Segue’’ o @junniorbelem e o @belemontemehoje’’ no instagram e você vai ‘’olhar Belém’’ com os ‘‘olhos do coração’’ e descobrir belezas em seus detalhes mais detalhados...’’Pasmem!’’ Até os registros nos cemitérios de Belém ‘’ganham’’ ‘’vida’’ e os casarões antigos ‘’gritam’’ em ‘’seus interiores’’ que ‘’dá vontade ‘’ de fazer os passeios turísticos que o Junior indica.

°°°°° Próximo talento paraense: Roberto Cezar Oliveira 

Alda de Cássia

*Imagem: @Junniorbelem / Instagram: @junniorbelem e @belemontemehoje 
Fotos e contatos autorizados 

segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

Talento bem paraense - Lucyan Costa e Banda – Sextas Bregosas



Quando escutei pela primeira vez o trecho daquela música  do João Gilberto  (O samba da minha terra): ‘’ … Quem não gosta do samba, bom sujeito não é ...É ruim da cabeça ou doente do pé’’ ..ÉguaAAAAAA PENSEI LOGO!! E  quem não gosta de brega? Que sujeito é?


Bem, eu e a mana abençoada fomos acostumadas a escutar todos os ritmos e ‘’mais um pouco’’, por isso quando escutamos  Lucyan Costa e Banda, ano passado, em um  evento solidário, descobrimos que é possível cantar Belém e cantar os ritmos do  Pará  de forma bem ‘’bregosa’’.

Na noite do evento quem podia dançar... Dançouuuuu muitooooo! Em pé, sentado e até como eu em um click e outro’’ por isso, vou contar um ‘’pouquinho’’ sobre eles.

Vamos lá!

 Segundo Lucyan, a banda tem 1 ano de formação.Começou com seus amigos Carlos Araujo, Jonny e Adriano Judá e assim, com o tempo, ‘’chegou chegando’’ novos amigos ‘’bregueiros’’, que motivados pelo prazer de cantar e dançar o legitimo ‘’brega bregoso’’  deixam , hoje, as sextas-feiras na lambateria mais no ritmo daquele brega:‘’ venha pra cá, venha curtir, venha dançar esse brega bem legal...’’.

A banda é composta por: Lucyan Costa (vocal), Adriano Judá (Bateria e back vocal) , Carlos Araujo (Violão e back vocal), Jonny (Guitarra), Carlinhos (teclado)., P.h Barbosa (baixo), Carlinhos (teclado) e do casal de dançarinos Luanna e Emerik que segundo Lucyan ''dançam muito''...Éguaaa como dançam bem!!!

Éguaaaa ...Se for para ‘’causar’’ e ‘’sacudir o esqueleto’’ no ritmo do Brega bem paraense do jambu, recomendamos uma ‘’esticada de canelitas’’, de forma ‘’estilosa’’, ’’na ‘’Lambateria ‘’onde eles todas as sextas se apresentam.

E, se por acaso, você no final do show falar ‘’em coro’’ :’’Ahhhh! Mais um...’’ aconselho a fazer um ‘’X’’ no seu calendário da cozinha e colocar ‘’SEXTOUUU Bregosa só com Lucyan Costa e banda’’ e se alguém falar ‘’Mas quando que eles são bons’’ ...Você deve ’’ralhar’’ com a mana e dizer em ‘’alto bom som’’  : ‘’Borimbora pra lá  maninha, no uber mesmo que tú vais comprovar ‘’ preto no branco’’ que eles são do ‘’babado’’ e se a ‘’pequena ‘’ duvidar diga: ‘’ Espia’’... ‘’Tu é doida ‘’ e Eu ‘’chorooo’’ da ‘’tua pessoa’’ que vai ficar ‘’chupando dedo’’ em casa...Morrrarrrr de inveja que a noite vai ser ‘’muito firme’’  por lá!

Os vídeos de alguns shows do Lucyan e Banda estão no Facebook da ''Lambateria'' vai dar uma olhada por lá, maninha (o) .Todos dão um show!! Harmonia pura!!!

Alda de Cássia
blog Diário das Gêmeas Paraenses 

O próximo talento bem paraense vou falar do @junniorbelem @belemontemehoje

Fotos:Arquivo do Facebook Lucyan Costa

domingo, 19 de janeiro de 2020

Talento bem paraense - CARLOS



Imagem : Diário das Gêmeas Paraenses 

Em um domingo de uma manhã belíssima ...Encontramos (eu a e a mana abençoada) um talentoso artista, o Carlos, que dá vida a sucatas.

Fiquei impressionada com o seu trabalho. Um paraense que está ali, com seu jeito simples, mas com uma riqueza criativa em suas obras...Simples ao dizer que suas obras ''já viajaram'' para outros Estados como uma humildade gigantesca.

O que falar do seu trabalho em sucatas?Prefiro deixar o registro por aqui...Vale a pena dar ''uma passadinha'' na Praça da República para apreciar as suas obras e de outros talentos bem paraense.


Talento genuinamente paraense!Já estamos com as nossas três ''obras bem paraense'' e você?


Alda de Cássia 

sábado, 18 de janeiro de 2020

Não se engane - Canal YouTube'' Égua do livro bom!''





         Mais um vídeo no canal do YouTube: ''Égua do livro bom!'' ...Vou fazer bem diferenteeee!Vou colocar ''a chamada'' que fazemos no ''Facebook'' e no ''Instagram'' (Alda de Cássia, Vcassia e Égua do livro bom!'') e o link para o vídeo.

Esperamos que você ''curta'' e nos ''siga''  lá no canal !



Bjs,
Alda de Cássia 

*Produção dos vídeos:Vitória de Cássia 





                                                       
                                                                                         https://youtu.be/ukeGv4g2nVw

sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

Talento bem paraense - Marco Aurélio


Diário das Gêmeas Paraenses

Hoje, vamos falar de um talento que sem dúvida alguma tem que ser revelado. Que preciosidade é o trabalho deste artesão! Os detalhes, a harmonia das cores e muita criatividade que faz toda a diferença.

Ficamos encantadas com a perfeição de detalhes deste artista que criou obras de artes dignas de serem expostas em grandes salões de artesanato paraense.

Sem dúvida alguma, Marcos Aurélio possui o dom de transformar massa, conchas e miriti em obras de arte. Cores vibrantes e sapos de bom humor.

Marco Aurélio, com o seu sorriso largo, nos deixou apreciar suas obras de arte, sem ser aquele vendedor que deseja a todo custo vender a sua mercadoria.

Diário das Gêmeas Paraenses
Quem é daqui de Belém, pode conferir seu trabalho na Praça da República nos finais de semana. Só uma sugestão... Vá preparado a ‘’investir‘’, pois eu e a “mana abençoada” se pudéssemos, compraríamos todas as belas obra de arte que estão exposta em sua banca!



E, tem mais... Para quem acredita em crendices populares, o sapo é o símbolo do enamoramento. E quem o tem em casa, ganha um amor ou o mantém sempre perto de si.

Já garantimos, o nosso! (rs)


Alda de Cássia 

*Imagens:Arquivo Pessoal 

quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

Talento bem paraense - Jefferson Cruz.




São belas, não são? O artesão é Jefferson Cruz, que faz miniaturas Folclóricas com miriti. O que é miriti? Uma palmeira típica da região norte. 


Produto tropical, extraído de nossas matas, várzeas e beiras dos igarapés, a palmeira MAURITA FLEXUOSAL, recebe o nome vulgar de MIRITIZEIRO ou BURITIZEIRO. Tem várias utilidades. À margem dos roçados e seringais, fornece a palha para cobrir cabanas (fonte: http://www.cdpara.pa.gov.br/miriti.php)


Era impossível não fazer um ‘’investimento’’ nestas obras-de-arte. Ah, você pode até perguntar: Por que, falo sempre em ‘’investimento’’ e não ‘’compra’’? Porque, obra-de-arte não se compra e sim se investe no talento de quem a fez, pois o valor do produto não se embute tempo, dom e dedicação.

Talento é assim!

Criatividade em mar de sucesso!

Vitória de Cássia

segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

Dica de leitura: Loucas de amor-Mulheres que amam serial killers


Antes de compartilhar mais uma indicação de leitura, informo a quem possa interessar: Gosto ler livros que me façam entender sobre a ''mente humana''! Sim, um interesse que começou na adolescência assistindo muitos filmes de suspense psicológico e se perpetua até hoje.


Só que, não com tanto interesse como antes, até porque hoje, por escrever ‘’contos terapêuticos’’, preciso estar mais inteirada neste contexto, para que eu me aperfeiçoe na arte de contar histórias.

Escrever de forma acessível e com leveza de pensamento requer treino, tempo e esforço para buscar o desbloqueio da ‘’criatividade adormecida’’. E olha que não é uma tarefa fácil, já que busco ler pelo menos 4 horas por dia.

Mas, vamos o que interessa.Não é mesmo?(rs)

Este livro: "Loucas de amor – Mulheres que amam serial killers e criminosos sexuais’’ é do jornalista e roteirista da Rede Globo Gilmar Rodrigues e tendo Fido Nesti como ilustrador, foi lançado pela editora Ideias a Granel, em 2009.

Não foi um livro ‘’fácil de digerir’’, ou melhor, ler e reter sem sentir o impacto de perplexidade _ sim esta é a palavra mais próxima que encontrei para dizer ‘’chocada’’ com tudo que li.

Entretanto, é um livro com uma abordagem ‘’cuidadosa’’ nos relatos dos fatos reais, pois abordar um tema deveras estarrecedor sobre mulheres que se ‘’apaixonam’’ por criminosos sexuais a ponto de idealizá-los como ‘’deuses’’.

O autor foi bem explícito quando relata o perfil das mulheres citadas no livro. Onde a carência afetiva, o abono familiar, as agressões na infância, a ausência da figura paterna, a necessidade de proteger e de serem amadas e amar os que são injustiçados podem ser fatores determinantes para este ‘’interesse ‘’ afetivo.

No livro existem cartas escritas por elas aos seus ‘’amados’’ mostrando momentos de paixões, delírios e ciúmes, até relatos de mulheres que passam pela ‘’fila da visita intima’’ nos presídios. E por fim, o autor coloca um capitulo intitulado: ‘’Porque essas mulheres amam esses homens... ’’

Bem, o que posso falar sobre o livro?

Eu diria que vi ‘’o outro lado da moeda’’, como se costuma dizer, quando só vemos e ouvimos outro lado de uma história contada. Já havia assistido pela televisão relatos de mulheres e até lido em jornais e revistas, que se declaravam ‘’loucas de amor’’ por criminosos sexuais, mas o livro acabou me esclarecendo porque não devemos ‘’condenar’’ estas mulheres, pois o ‘’amor‘’ que nutrem tem um ‘’pé no passado afetivo   destrutivo’’ não elaborado...Assim o livro me fez refletir.

P.s: Desculpa, por esta partilha, mas nem de indicações com ‘’leveza literária’’  vive este blog  "Diário das Gêmeas Paraenses"! (rs).

Para trazer uma reflexão neste momento, aqui deixo uma frase:

“Quando se critica, estamos a julgar. Se julgarmos já não compreendemos, porque julgar implicar condenar ou absolver”. (António Lobo Antunes)

Alda de Cássia