sexta-feira, 8 de julho de 2016

Livro: O Príncipe Teiú e outros contos brasileiros.



Obaaaa! Hoje é dia de indicação de livros de contos. Sei que algumas pessoas não gostam de ler contos. Motivos? Cada um tem um gosto literário. Uns gostam do universo de romances, crônicas e peças de teatro.

Na verdade, eu me identifiquei com os contos e as crônicas. A ‘’mana abençoada’’ gosta mais de livros de pesquisas e leituras  motivacionais. Sim, ser gêmea não significa ter os mesmos gostos.

Porém, temos algo em comum. Gostamos de ouvir o resumo lido por cada uma. Trocamos ‘’figurinhas" na hora do almoço ou quando saímos no final de semana. Mas vamos que vamos, porque lá vem conto!

O livro faz parte da Coleção Contos Mágicos. Sim, já divulguei os livros de contos desta coleção. Hoje, é o livro “O Príncipe Teiú e outros contos brasileiros’’, que foi escrito por Marco Aurélio, que foge um pouco de tudo que já li.

O autor fez uma pesquisa de campo e recolheu ‘’contos populares’’ de algumas regiões brasileiras. Ele deseja resgatar o universo dos contos de encantamento brasileiros, que ainda vivem nas lembranças de algumas pessoas.

É claro que, as versões surgem a partir do momento que recontamos. Alguns modificados e outros perpetuados. As origens são diversas, com Portugal, África e até povos Indígenas.

No final do livro, ele coloca uma ‘’nota’’ que fala um pouco de cada conto, uma bibliografia de consulta, glossário e vocabulários, caso o leitor queira saber o significado.     
            
Vou fazer o seguinte, vou falar um pouquinho do conto que abre este Compêndio, que é ‘’O Príncipe Teiú’’. Ok?

Conta a história de um senhor viúvo que vivia com três filhas moças. Era um pai cuidadoso e carinhoso. Só que ele tinha mais cuidado com a caçula, por nome ‘’Branca Flor’’. Bem, ele tinha o hábito de caçar.

Em uma dessas aventuras, ele se perdeu, ficando três dias perdido. Entre desespero e lástima, apareceu um Teiú. É o nome dado ao maior lagarto brasileiro. Ao pesquisar, descobri que ele é encontrado no norte do Brasil e no norte da Argentina.

A nota do autor diz que ele vive em buracos no chão e alimenta-se de pequenos animais e de frutas. Além de dizer que é uma das mais ricas histórias difundidas pelo mundo.

Vamos lá!

Após saber o que havia ocorrido, o Teiú fez uma proposta:

_ "Façamos um trato! Eu levo você para casa se prometer que me dará a primeira coisa que avistar quando chegar!’’

O senhor concordou até porque, lembrou que a primeira coisa que via ao chegar em sua casa era a sua cachorrinha. Só que, o senhor ficou desesperado, pois sua filha caçula estava na porta esperando.

Mas, o Teiú não quis saber. Cobrou a promessa. Após uma conversa, a filha caçula foi com o Teiú para dentro da árvore e lá ela descobriu um segredo é por esse segredo que o conto encanta os leitores.

Super dica de leitura!

Bjs,
Alda  

Revisão do texto: Márcio Rodrigues


quinta-feira, 7 de julho de 2016

Livro: A eternidade e o desejo


Bom, hoje resolvi compartilhar mais uma boa leitura. Por sinal, muito interessante este livro: A eternidade e o desejo. A escritora é a portuguesa Inês Pedrosa. Foi lançado pela Editora Alfaguara, em 2008.

O livro conta a história de Clara, uma jovem professora portuguesa, que resolve retornar ao Brasil, mais precisamente a Salvador, Bahia, pois deseja encontrar o verdadeiro amor, em uma ânsia de resgatar emoções vividas ao lado de António, um homem cheio de mistérios.

Só que as belezas da Bahia não poderão ser vistas, pois da última vez, ela, ao tentar salvar o homem que amava, perdeu a visão. Foi baleada. Um tiro a deixou na mais completa escuridão.

Mas sua volta ao Brasil é cheia de sensualidade e poesia. As experiências sensoriais vão dar um “algo a mais” ao romance. Ah! É preciso dizer que a escritora veio ao Brasil em 2005, para visitar os lugares percorridos pelo padre Antônio Vieira no século XVII.

Existem em quase todas as páginas, textos em negrito de citações dos sermões do Padre Antônio Vieira.Cito duas:

ü A eternidade e o desejo são duas coisas tão parecidas, que ambas se retratam com a mesma figura.

ü Não vivemos como mortais, porque tratamos das coisas desta vida como se esta vida fora eterna. Não vivemos como imortais, porque nos esquecemos tanto da vida eterna, como se não houvera tal vida.

Bem, a jovem Clara veio com o amigo Sebastião. Um homem que tenta de todas as formas demonstrar e provar o seu amor, mas é repelido por ela. Mas, assim mesmo, Sebastião será “os seus olhos”durante a excursão.


Confesso... Fiquei encantada com os relatos das belezas arquitetônicas da Bahia. Fiquei curiosa com o sincretismo religioso baiano descrito no romance. Por incrível que pareça, descobri uma cidade belíssima pelos olhos de Clara e Sebastião.


Daí para frente,as lembranças dos momentos vividos com António – que não é o padre – serão constantes. Clara vai se mostrar uma mulher forte e decidida, porém, frágil e sofrida.

Enfim, um livro onde as belezas da Bahia “saltam aos olhos” de uma mulher que detalha cada cenário já vivido e que sente pulsar em suas veias a vida.


Quanto ao final? Surpreende! Sim, não é um romance do tipo “água com açúcar”, e sim um romance que, a cada virada de página, surpreende, pois a protagonista vai descobrir um segredo que a fará redefinir seus conceitos de amor e desejo.



Super dica de leitura!

 Bjs,
Alda


Revisão do texto: Sylvia Calandrini 


Fotos:Google

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Eu quero desenhar uma mão!




Foi com essa frase que uma de minhas pacientes hospitalizadas expressou o seu desejo, em uma das sessões de terapia ocupacional. A atividade nesse dia seria de colagem.

O material seria grãos, cola, pranchas de isopor e canetinhas coloridas. Era uma atividade com objetivos porém, não havia tempo estipulado para o seu término e nem quais os matérias a serem utilizados, pois eles apenas foram expostos como recursos materiais.

Desde o primeiro momento, ela demonstrou felicidade ao ver as sugestões de materiais que poderiam ser usados na atividade. E foi logo falando: ’’Eu quero desenhar uma mão!’’
Mãos de quem? Foi a minha pergunta. Ela sorriu é disse: "As minhas!’’. Bem, ela fez a atividade e eu analisei.No final  refletimos juntas. Naquele mesmo dia, ela estava feliz.

Os edemas (inchaços) em suas mãos haviam diminuído. Por isso, já conseguia pegar seu copo para beber água. Qual a função das mãos? Perguntei. Ela respondeu: "Serve para dar adeus, pegar meu garfo para comer, jogar beijo e agradecer".

Qual seria o valor das suas mãos para você?

Bjs,
Alda



terça-feira, 5 de julho de 2016

Estar acompanhada, mas se sentindo sozinha!

Ficou confuso? Não, não quero que este bate-papo dê um ‘’nó em seus pensamentos’’. O que desejo dizer é que existem pessoas que se sentem solitárias em meio de outras pessoas. São pessoas que não conseguem, se sentem vazias, sem motivação para seguir em frente.

As dificuldades as fizeram duvidar de si. Não têm tranquilidade e nem são leves no viver. Vivem em montanhas  russas  de emoção.Um dia tudo é tão prazeroso: a sensação que a tempestade acabou consegue até tirar um sorriso. Mas, no outro dia, parece que a realidade esmaga seu ‘’eu’’.

Ficam pouco receptivas aos conselhos de amigos. A família parece sufocar. Tudo incomoda. Parece que estão andando sobre ‘’cacos de vidros’’. Por isso, a dor os desequilibra e eles agem pelo impulso.

Nesta hora, o ‘’tsunami da incompreensão’’ devasta quem estiver em sua frente. A boca fala o que o coração ferido reclama. Porém, depois que tudo passa, vem o arrependimento. Não adianta, as palavras ‘’foram jogadas’’ ao vento. Já fizeram estragos.

O certo é rever a vida. Verificar os motivos dos desequilíbrios emocionais e físicos. Fazer uma faxina e jogar foras os sentimentos negativos. Perdoar quem já merece ser perdoado. Pedir desculpas, pela ingratidão de um beneficio recebido.

Vai resolver de imediato? É claro que não! Na verdade, buscar uma psicoterapia seria o primeiro passo, pois a não aceitação de si e da vida atual, são prejuízos a curto e a longo prazo. E, o pior, é que não é possível ter leveza de viver se você é a peça fundamental  que falta no quebra-cabeça da paz de espírito.

Bjs,

Alda 


segunda-feira, 4 de julho de 2016

Livro : 10 anos com Mafalda



Quem gosta da garotinha cheia de personalidade chamada Mafalda vai gostar deste livro: 10 anos com Mafalda. É uma coletânea que reproduz as tirinhas publicadas pelo cartunista argentino Quino.Aqui no Brasil foi publicado pela Editora WMS Martins Pontes, no ano de 2010.

A apresentação é bem diferente!Começa com uma entrevista com o idealizador da Mafalda, o Quino, que fala sobre vários temas, alguns polêmicos na época da criação da personagem, como a Guerra Fria, mas também revela o motivo para não mais produzi-la, mesmo com pedidos e mais pedidos dos fãs.

Mafalda é questionadora e, algumas vezes, malcriada – do ponto de vista de uma criação mais tradicional.Seu alvo preferido é o pai, que tenta escapar de suas investida e questionamentos incomuns para uma menina de 6 anos de idade.A mãe é criticada por se resignar a ser somente dona de casa.Os amigos da Mafalda estão presentes, e foram criados quando Quino já não sentia prazer em desenhar somente a personagem Mafalda.



E chegou o momento em que se cansou, pois dizia que passava muito tempo desenhando as tirinhas.Por isso, não podia desfrutar por mais tempo a companhia de sua esposa. Segundo Quino, a Mafalda o deixava cada vez mais longe da família. Além disso, a conjuntura social mudou... a juventude mudou... o mundo mudou...

Vale a pena ler!

Bjs,
Alda


Revisão do texto : Sylvia Calandrini 


domingo, 3 de julho de 2016

Vídeo: Nunca desista dos seus sonhos.



Verdade! NUNCA! Que linda mensagem! O vídeo mostra um momento histórico de um atleta chamado Derek Redmond, que era um dos favoritos à medalhas na Olimpíada de 1922. O que aconteceu? Ele sofreu uma lesão muscular.

Ele poderia ter parado, mas ele apesar da dor resolveu continuar. Seu pai correu para impedir que ele sofresse, mas ele queria continuar. Bem, o diálogo foi bem assim:

_"Não tens que fazer isto’’(disse o pai).

_"Sim, eu tenho’’ (respondeu Derek chorando).

_ "Então, vamos cortar a meta...juntos’’ (afirmou o pai).

Eles foram ovacionados por mais de 65 mil pessoas! Qual mensagem deixada por eles? Foi que precisamos lutar pela nossa ‘’corrida’’ e pelos nossos sonhos. E lutar pelos sonhos de quem gostamos.

Bem verdade! Nós lutamos pelos nossos sonhos todos os dias e a cada ‘’Não’’, nós refletimos e seguimos por novos caminhos.

É preciso ‘’pé no chão’’ e Deus no coração para seguir!”


Bjs,

Alda e Vi 

Link do vídeo:
https://youtu.be/_Yk-YcAzVDw









sábado, 2 de julho de 2016

Seja forte!



Quem nunca sentiu medo na vida? Não? Eu falo do medo de não conseguir enfrentar um desafio que vai mudar ou não o nosso futuro. Sabe aquele projeto, que aprovado será a sua realização ou então aceitar um pedido de casamento?

Nestas horas, peço a intercessão de Deus e me sinto preenchida do seu Amor. Sinto uma coragem imensa para reagi, ir à luta e não desistir. Olhe que não sou muito corajosa, mas vou ‘’armada de fé’’.

Digo, que naquele momento, eu me transformo. Nesta transformação, eu cresço, pois aprendo a não temer mal algum. Aprendo a ser forte. Aprendo a me resignar. Aprendo que nada fica sem resposta de Deus.

Não, Deus não castiga, nem julga e nem condena. Respondemos pelos nossos atos. Temos o poder do livre-arbítrio, ou seja, o poder de decisão. Nunca devemos esquecer que, colhemos o que plantamos.

Sendo assim, é preciso ser forte! Não podemos esquecer de que quem deseja realizar os seus sonhos precisa ter merecimento e não sorte. Como obtê-lo? Penso que seja na prática do bem, mas em silêncio. Não humilhar o outro com palavras ou ações. Ser honesto e não abusar da confiança do outro. Não mentir para se beneficiar e, acima de tudo, não transgredir a lei de Deus.

Sim, podemos enganar o outro, mas não a Deus. Você pode mentir, porém Deus conhece a verdade. Você pode enganar o outro, mas Deus conhece os seus filhos. Não pense que seus atos passam despercebidos.

Enfim, Deus permite a dor para nos aprimorar. Permite as lágrimas para  nos humanizar.E nos dá força todas às vezes que clamamos por Ele.Vamos ser fortes!

Bjs,

Alda