segunda-feira, 23 de novembro de 2020

Arrependimento

 



Nunca é tarde para o arrependimento. Não é mesmo? Na história ''Porta aberta'' do livro Sabedoria da vida - Histórias que ensinam do Itamar Vian, um filho briga com a sua mãe e vai embora mundo afora. A mãe fica entristecida.

Quer saber o final da história?  Vá até o link abaixo do canal do You Tube ''Égua do livro bom!'' e surpreenda-se com o final!

Edição : Vitória de Cássia

Alda de Cássia 


 

                                                                https://youtu.be/8PsapKo_oJs

domingo, 22 de novembro de 2020

Conto de assombração-Mistério de uma noite

                                       



Pois bem, este conto tem como cenário um cemitério, policiais e almas do outro mundo como personagens.


 Era uma vez...

Numa noite fria e sombria, onde os cães uivavam sem parar, barulhos estranhos, passos rápidos e gritos arrepiantes eram ouvidos na esquina de um cemitério. A lua estava quase cheia. Nuvens brancas azuladas estavam ao seu redor onde um cheiro de folhas secas podia ser sentido junto com a brisa que circulava por entre os túmulos.

De repente, ouve-se um gemido, seguido de um grito que parecia ser de mulher. Na rua deserta, naquela hora, estava apenas vagando o vigia do cemitério que, ao ouvir o grito, corre em direção a uma sepultura antiga a qual pertencia ao túmulo de Efigênia Alleta.

O que fez o vigia perceber que era o túmulo de D.Efigênia, já que estava tudo tão escuro? A única explicação era porque, há minutos ele havia saído de lá, pois  tinha corrido atrás de ladrões que insistiam em roubar o que restava de certos monumentos que enfeitavam ainda os poucos túmulos.

Olhando de um lado ao outro, observou que longe um vulto caminhava em direção ao portão. Porém, mal sabia o vigia que os ladrões já haviam saído do cemitério. Então, o que seria? Algum animal que resolvera encurtar o caminho de casa, já que o cemitério ficava entre uma invasão e uma rua?

 Sua reação foi a de correr atrás do vulto. Foi o que fez! Contudo, ao tentar agarrá-lo, tropeça e cai, ficando algum minuto desacordado. Quando recupera os sentidos, percebe que uma mão fria toca-lhe o rosto e, ao abrir os olhos, depara-se com uma forma sem forma, ou seja, uma visão descaracterizada de uma pessoa na sua frente. Espanta-se... E morre ali mesmo, devido ao susto.

No dia seguinte, moradores da invasão chamam uma radiopatrulha para averiguar um corpo que estava estendido em cima de um túmulo. Coincidência ou não, tratava-se do túmulo de D.Efigênia Alleta!

A polícia chega ao local, observa o corpo que  já estava rígido e constata-se que a morte ocorrera por volta das 3 horas da madrugada, presumidamente. Quando o corpo já ia sendo retirado para necropsia, um coveiro que estava olhando o movimento dos policiais decide verificar com mais detalhe aquele corpo frio e de olhos arregalados de terror e nota que havia uma queimadura em forma de cruz em sua mão direita. Isso fez com que os policiais ficassem perplexos com a constatação. Por isso combinam que, nessa noite, fariam  uma ronda no cemitério em busca de respostas sobre o crime.

A noite chega e com ela uma névoa e um frio intenso. Ao chegar ao cemitério, os policiais encontraram dezenas de velas acesas que davam a impressão de uma cidade iluminada. Entreolharam-se e Antônio comenta:

-‘’ As velas são da mesma cor – azuis – e estão colocadas na forma de uma cruz’’.

José retrucou: ‘’ Coincidência! Olhe! Acho que alguém está tentando nos impressionar, pois a história do vigia morto foi muito comentada na cidade. “E disse então:

"Vamos que daqui a pouco amanhece e a gente não descobrirá nada.”

Repentinamente, um deles pisa em algo, olha e disse que era apenas um pedaço de vidro. E prosseguem a ronda. O vento dançava em volta das grandes árvores, a poeira fazia voltas em cima das sepulturas. Cada folha que caía era carregada para dentro de uma cova. A brisa fria batia em seus rostos, já cansados e uma grande coruja com seus olhos arregalados fitava-os.

Em dado momento, ouve-se vozes saindo detrás de um túmulo e José disse:

“Será que hoje resolvemos este mistério? Vá pra lá  que eu fico deste lado. Se for alguém, a gente  pega! ’’

Depois de alguns segundos, porém, descobriram que era apenas um galho de árvore que com o vento do dia anterior não resistiu às fortes rajadas e ficara preso na árvore. E as vozes? Era o galho que, ao se mexer sobre a sepultura, fazia um barulho estranho que ambos por imaginação pensavam ser vozes. Voltando ao local de onde saíram, viram a foto de uma mulher em uma das sepulturas e com uma lanterna leram o que estava escrito: ... “Aqueles que foram culpados pela minha morte não terão sossego. Minha alma vagará pelas noites até que os culpados paguem pela minha morte... com suas vidas...”

De súbito, percebem que um vulto de uma mulher sai em direção ao portão. E correm em vão! A mulher some entre os túmulos. Antônio escora-se em uma tumba para descansar e não se dá conta que uma sombra sai de dentro de uma sepultura e agarra sua mão. Antônio espanta-se e tenta se livrar, mas, o vulto sussurra: “Vocês não deveriam ter vindo aqui!  Eu sei quem vocês são... ela sabe...”.

Os policiais correm em direção ao carro. Assustados com o que ouviram, temem por suas vidas. A chuva era intensa na hora, porém eles saem em disparada. Dentro do carro um pouco atônitos, eles começam a recordar de uma triste cena vivida em um Domingo chuvoso...

Era uma noite quando saíram bêbados de uma festa. Quando seguiam em alta velocidade pela pista escorregadiça, atropelaram uma mulher que estava de costas, andando pela rua. De repente... Um baque forte sobre o pára-brisa... E uma imagem de dor daquela que acabara de ser atropelada.
Antônio gritou:

-   ‘’O que fazemos?”

Ao que responde José:

’Nada... “Pois não poderemos socorrê-la, já que estamos bêbados...”

Na mão da mulher havia um terço ensanguentado. Seus olhos arregalados tinham se fixado na direção de seus atropeladores...

No dia seguinte à ronda no cemitério os corpos dos policiais foram encontrados dentro de um abismo... O curioso é que na mão de cada um havia uma cruz...

                           Fatalidade? Ou...

Alda de Cássia 

sábado, 21 de novembro de 2020

Indicação de filme ; Irmão sol , Irmã lua

 Que belo filme: "Irmão Sol, irmã Lua", do diretor Franco Zeffirelli. O filme conta a história de Francisco de Assis, seus primeiros anos de vida. Ele procurou se libertar do apego material e foi em busca da união espiritual com o mundo.


O filme foi indicado ao Oscar. Foi escrito também por Zeffirelli. Um filme que é surpreendente. Emociona pela sua simplicidade e que encanta por ser bela a sua mensagem de amor.

Vale a pena assistir!

Vitória de Cássia 

sexta-feira, 20 de novembro de 2020

A beleza que rotula

 


Desde pequenas ouvíamos que meninos brincam com carrinhos e meninas com as suas bonecas. Nossos pais nunca foram radicais. Brincávamos com bonecas e carrinhos. Empinávamos ‘’pipa’’ e jogávamos futebol... Eu era atacante, a ‘’mana abençoada’’ dava uma de goleira!(rs)

Subíamos em árvores, muro, em cima de motos. Enfim, éramos muito ‘‘danadas’’, mas tínhamos os nossos limites.Quando nossa mãe ‘’olhava’’ saíamos de fininhooo...Ou quando ela dizia aquela frase:’’Vou contar para o pai de vocês!’’... Era uma correria e dizíamos quase em coro: ‘’Não mãe, a gente não faz mais’’!(rs).

A sociedade, ou melhor, alguns pais, criam seus filhos cheios de preconceitos... Pre e Conceito! Por isso, muitos jovens não possuem identidade própria, confusos em suas escolhas e atitudes diante do outro e de si.

Dias desses, uma funcionária do hospital em que trabalho falou: ’’Gosto muito de maquiagem, mas não as uso, porque tenho essa cara de homem e quando passo fico com cara de traveca!’’.E começou a rir de si.

Meus argumentos não a convenceram do contrário. Sabe por quê? Porque, ela já se ‘’moldou’’ com padrões aceitos pela sociedade, em relação ‘’a beleza’’.

Lembro-me que, quando entrei na faculdade de Terapia Ocupacional, na turma de 1996, havia 5 homens e 25 mulheres,mas só 2 concluíram o curso, os meus amigos Cristiano e Jorge dois competentes terapeutas ocupacionais.Olhem que diziam que era curso só ‘’para mulheres’’...

Alda de Cássia 

Arte:Vitória de Cássia 

quarta-feira, 18 de novembro de 2020

Sabedoria e serenidade

 




Gosto muito de refletir sobre as frases que leio. Aqui compartilho uma delas, de William James (1842-1910): ‘’Deus me conceda serenidade para aceitar o que não posso mudar, coragem para mudar o que eu posso e sabedoria para saber a diferença’’.

Conceder serenidade... É preciso, pois existem momentos que a necessidade de resolver algo da forma desejada acaba sendo por impulso e já viu... Tudo vai ‘’por água abaixo ‘’(rsrs)

Coragem para mudar o que eu posso... Bem assim... E se faltar... Ir com medo é melhor que ficar pensando ‘’Será que vou?’’, ‘’Será que consigo resolver?’’, ‘’Será que vai dar certo, mesmo eu estando capacitada para agir?’’ou ''Será que tento novamente?''.

Sabedoria para saber a diferença... Todos os dias... Não é fácil diante de um dilema... Não mesmooooo...Até porque, a tomada de decisão pode ser definitiva ou temporária.

Enfim...Que Deus me conceda serenidade e sabedoria!

Alda de Cássia
Foto: Lisboa/Portugal

segunda-feira, 16 de novembro de 2020

Será que sou luz?

 



Sim!  Que possamos ser luz na escuridão! Que amar seja grandioso tanto quanto ser amado! E que não veja no outro o meu adversário e sim meu companheiro(a) de jornada, pois todos temos uma missão a ser cumprida na terra.

Somos filhos de um mesmo Pai Misericordioso. Que não faz a distinção dos seus filhos. Todos são focos de luz em cada ''pedaço'' da terra.

Ser luz é ser digno de merecimento e não depender da sorte para conseguir algo. Ser luz é não ter inveja do outro e sim ficar feliz pela conquista merecida. É buscar'' iluminar'' quem está ao nosso lado.

Que possamos irradiar luz por onde passarmos. Como fazer?Ter bons pensamentos, agir de forma ética e justa. Sermos generosos, humildade para reconhecer os erros e ter um coração repleto de amor de Deus e  que no final do dia possamos colocar a "cabeça no travesseiro" e perguntar: Será que, Deus ficou feliz pelo que fui hoje?"


Alda de Cássia

Imagem: Fecomvirtudes.com .br 
Vale a pena ir por lá! Muito interessante!

sexta-feira, 13 de novembro de 2020

No silêncio






No silêncio nascem as palavras. No olhar um sorriso. Na confiança...A fidelidade das palavras .Na fé... Vitória!!!
Não desista. Resista. Vá até os seus sonhos e faça acontecer!
Alguém disse que seria fácil.
Mesmo que falte um pedaço do sentido  de viver...O inteiro do amor de Deus vive em você!
Deus escuta até o silêncio que grita quando aos mãos são direcionadas ao céu.
Você vai vencer...Acredite, ore e confie!

(Alda de Cassia)

Foto: Arquivo Pessoal