sexta-feira, 16 de março de 2018

Reabilitação rima com diversão







Kinect é utilizado em terapias virtuais para recuperação das habilidades motoras de crianças da AACD.

Engana-se quem acredita que o Kinect, a nossa plataforma de jogos eletrônicos do console Xbox 360 que dispensa o uso de controles, é apenas um dispositivo de diversão… Logo após o seu lançamento, a Microsoft já anunciou o desenvolvimento de aplicações para as áreas de assistência à saúde, reabilitação e educação.

Promessa cumprida: já é possível ver o Kinect ser usado por terapeutas e médicos como parte do programa de reabilitação de vítimas de derrames cerebrais, como técnica de aprendizagem para crianças com autismo e como uma aplicação para hospitais que permite que cirurgiões consultem imagens de exames, na sala de operação, com gestos e sem precisar sair do ambiente esterilizado. Mais uma demonstração de que, para nós da Microsoft, a inovação é um excelente caminho para buscar soluções para os mais diversos desafios.

E essas impressionantes utilizações também passaram a ser realidade no Brasil. Doamos à AACD (Associação de Assistência à Criança Deficiente) dispositivos Xbox 360 + Kinect para a utilização na terapia ocupacional: as crianças tratadas pela entidade usam os jogos virtuais para se exercitar. Como não há necessidade de controles – existem sensores de movimento para permitir a interação com o game somente pelo deslocamento do corpo –, os pacientes com dificuldades motoras têm maior facilidade para realizar as atividades, diz Ana Carolina da Silva, terapeuta ocupacional da AACD.

Os resultados desse trabalho foram bastante comemorados em 2011. Empregado no tratamento de crianças, como os gêmeos Felipe e Mateus, diagnosticados com paralisia cerebral e com deficiência nos membros inferiores, o Kinect diverte ao mesmo tempo em que desenvolve as habilidades dos pequenos pacientes. Isso faz com que eles se dediquem mais à terapia e, portanto, tenham progressos mais rápidos.

A parceria com a AACD nos dá a certeza de que podemos ir muito além do Jogo com a Interface Natural (NUI, acrônimo para a expressão em inglês Natural User Interface) e ter um impacto real na vida de milhares de pessoas.

Fonte e fotografia no site: impactoerelevancia


*Pesquisa : Vitória de Cássia 


quinta-feira, 15 de março de 2018

Mosquito bem esperto!







Quero logo dizer que não é um ‘’causo falso’’ e sim verdadeiro. Vou tentar relatar o que aconteceu utilizando um miniconto como forma de partilhar o ‘’ acontecido’’.

Vamos lá!

Uma noite qualquer, um mosquito entrou pela janela e começou a explorar o ambiente, neste caso, o quarto de Alda em busca de uma ‘’comidinha fast food.

Voou de um lado para outro, até que encontrou um ‘’petisco’’.Olhou e começou a planejar mentalmente o ataque que seria feito naquela hora, onde sua ‘’barriga já roncava’’.

Em um voo certeiro, pousou na perna direita da Alda. E quando já estava quase para fazer sua ultima refeição da noite sentiu uma sombra escurecer os olhos e, de impulso, voou só ouvindo um barulho e uma voz nada amistosa.

O que fazer? Voltar ou ir embora? Estava com fome, por isso resolveu repensar seu plano e percebeu que nas mãos da sua vítima havia um livro. Em um insight super mosquital , ele resolveu pousar na capa do livro e assim, quando a leitora estava admirando sua coragem, ele aproveitou o descuido e prontooooooo...Uma picada foi o suficiente para aquela noite longa e chuvosa.
E quem quiser que conte outra!!

Bjs,
Alda de Cássia

*Imagem: Saúde de AZ


terça-feira, 13 de março de 2018

Mais AMOR e MENOS Guerra


Até quando vamos assistir a morte de tantas pessoas, principalmente no caso da Síria, onde tantas crianças perderam suas vidas sem ao menos terem a oportunidade de ver o seu país em completa paz.

Não pretendo falar de política por aqui, mas falar da necessidade de amor ao próximo. Sim, quando não quero o mal do meu semelhante procuro buscar meios para evitar o confronto, a guerra.

Crescemos ouvindo dos nossos pais: ‘’Não faça ao outro, aquilo que não deseja que façam com você!’’. Acreditamos e acredito até hoje, pois não é possível viver em um mundo onde a infelicidade do outro seja a nossa felicidade.

Por isso, mais  AMOR e menos guerra, por favor!

Bjs,
 Alda de Cássia 

*Imagem: Bella Frase 

segunda-feira, 12 de março de 2018

Cuidados com a falta de comunicação







“Um profissional com dificuldade de se expressar compromete não apenas sua própria imagem, mas também a da empresa. E o que é pior: prejudica a comunicação interna.

A falta de atenção com a comunicação escrita e oral dificulta qualquer trabalho em equipe. Afinal, sem entender o recado, dificilmente o interlocutor saberá como agir. Por isso, é importante se colocar no lugar do outro e procurar ser o mais claro possível. Algumas atitudes simples podem ajudar, como, por exemplo, pensar com antecedência no que vai dizer, reler o que escreveu, pedir a alguém para ler e opinar sobre a clareza do seu texto, consultar dicionários.

Enfim, não tenha vergonha de ser detalhista ou perguntar se foi claro. O importante é comunicar!”


Postagem original em: Intero

*Pesquisa e arte :Vitória de Cássia 

domingo, 11 de março de 2018

Livro: brincadeiras





  Ontem, tive uma grande e agradável surpresa. Meu amiguinho de curso levou para a sala de aula uma resenha que ele escreveu de um livro que leu. Fiquei logo curiosa e comecei a ler. Estava escrita em uma folha de punho próprio. A minha surpresa foi que apesar dele ter apenas 12 anos, ele escreve com muita propriedade de quem deixa seu recado de forma bem clara e objetiva. A cada linha eu percebia o quanto ele se empenhava para passar para o leitor o que ele tinha entendido sobre a história. O livro foi escrito por Katia Canton e com pinturas de Alfredo Volpi da Editora: Martins Fontes - WMF.

   Após ler, fiquei mais surpresa com uma das frases finais que ele diz: "...que eu indico sem medo..." Vou deixar você curioso (a) para ler o texto fotografado abaixo. Rs

  Qual o nome deste talento bem paraense...Bernard Vidal Arnaud. Reafirmo que ele só tem 12 anos! Já o admirava por fazer o curso de computação gráfica comigo e demonstra a cada aula uma vontade de aprender muito grande e sua dedicação em sempre estar executando suas tarefas ao meu lado com muito zelo. Somos parceiros na divisão de tarefas, pois compartilhamos o mesmo computador nas aulas. Ele fala tanto quanto eu. E, às vezes, "discutimos" como fazer a tarefa solicitada ... do jeito dele, do meu ou um pouco de cada um. rs

   Parabéns amiguinho por simplesmente escrever com o coração e ter um olhar puro e poético em tudo que diz.

Bjs,
Vitória de Cássia 




sábado, 10 de março de 2018

Livro: O melhor que podíamos fazer


A ‘’mana abençoada’’ me deu de presente este livro, que vou compartilhar por aqui: ’’O melhor que poderíamos fazer – Memórias Gráficas’’ de Thi Bui, lançado pela editora Nemo.


O livro é a primeira graphic novel de Thi Bui, que conta a sua história e da sua família. Ela documenta a fuga do Vietnã do Sul, na década de 1970, e os ‘’’altos e baixos’’ que viveu.

O que existe de belo neste livro? A certeza que nunca é tarde para recomeçar. Que o recomeço pode surgir como o sol em um dia após uma tempestade devastadora e aquece os corações amargurados por tantos sofrimentos.

São 330 páginas e em cada página os desenhos registram a vontade de superar o passado, que ainda é latente, mas ela conseguiu reconstruir sua vida e junto com a sua mãe "Má’’, seu marido e filho, eles tentam deixar ‘’ a bagagem mais leve’’.

Dica de hoje!

Bjs,
Alda de Cássia

*Imagem:Saraiva




sexta-feira, 9 de março de 2018

O sentir digital e sua importância para o Marketing







"Ana tem 12 anos, mora numa grande cidade e tem disponível todos os equipamentos e sistemas necessários para manter-se conectada 24 horas aos seus amigos, aos familiares e aos colegas de escola. Para ela, seus vínculos sociais estão intergrados, sem separação entre o ambiente físico e o virtual.
Maria tem 52 anos, funcionária pública aposentada. Vive numa cidade pequena do interior. Há seis meses comprou seu primeiro computador e o técnico, um rapaz de 20 anos, deu as primeiras aulas de navegação no universo on-line. Hoje, ela já domina algumas ferramentas de comunicação on-line para falar, seguir, curtir sua neta, a Ana.
As duas estão próximas! Apropriaram-se da tecnologia e da Internet, cada uma ao seu modo, para fortalecer vínculos sociais. Claro que existem muitas discussões contrárias a isso, buscando de forma injusta, nomear a tecnologia e a Internet como vilãs no esvaziamento de sentido das relações sociais. Prefiro uma visão mais otimista como a de Pierre Lévy, a Internet e os arranjos sociais aumentam a nossa potencialidade criativa.
Harry Proust, grande pensador alemão, afirmava que “toda comunicação começa no corpo e nele termina”; para ele, temos três tipos de mediação em comunicação: a primária é o nosso corpo, a secundária são as mídias tradicionais como jornais, livros e impressos e a terciária são os aparatos tecnológicos, primeiro o rádio, depois a TV até chegarmos à Internet. Usamos mediações diferentes para nos relacionarmos e em nenhuma delas, a nossa capacidade de sentir é subjulgada.
As mediações tecnológicas são caminhos que encontramos para estruturarmos e reorganizarmos a nossa percepção de realidade. São elementos importantes de nossa prática social. E como visualizar isso dentro do Marketing? Observando!
Dentro das plataformas de comunicação on-line nas quais empresas e consumidores participam, já há indícios explícitos do “sentido digital”, que devido à nossa habilidade de racionalizar tudo, fica limitado à quantificação. As métricas e o monitoramento das redes sociais focam muito os números. Fórmulas são criadas para classificar influência, amplitude, posicionamento entre outras variáveis. São índices imprescindíveis para elaboração, implementação e acompanhamento das estratégias de marketing digital. Porém, não substituem o olhar para as “pessoas”. A quantidade de “Likes” numa página nem sempre contribui para a formação de vínculo entre empresa e consumidor, a quantidade de “Followers” não garante vantagem competitiva.
Os cases de sucesso que são divulgados, possuem algo em comum: a capacidade de criar vínculos com seus consumidores. Vínculos sociais são alimentados pela nossa capacidade de sentir. O sentir digital vai além do que monitorado exclusivamente em números.
Todos nós sentimos que tipo de relação a empresa/marca deseja manter com seus consumidores. Muitas preferem manter-se em pedestais de adoração e religiosamente pregam seus atributos como seres divinos e supremos. Poucas empresas estão dispostas ou perceberam que construir vínculos é ultrapassar o nível mais básico de relacionamento – a transação comercial.
Anas, Marias e demais consumidoras, já sabem usar isso muito bem, em níveis mais avançados de relacionamento. Por que não as observamos com calma? A eles também? Sua empresa ainda tem dificuldade em perceber o que é o “sentir digital”, então comece a “observar” como seus consumidores se relacionam uns com os outros, como se expressam, quais conteúdos compartilham e que marcas comentam. Tudo isso é complementar ao monitoramento quantitativo, é também ir além do que os números dizem.
Essa observação é um processo sem roteiro definido, apenas de navegação no ambiente on-line e exploração do conteúdo dos diálogos e material publicado pelos consumidores. Aprendamos com eles o que é o “sentir digital”.
Se durante a jornada de observação on-line, o profissional de marketing se perceber feliz, triste, indignado, curioso, reflexivo. já estará vivenciando o “sentir digital”, porque, por trás de todos esses avanços tecnológicos, há pessoas que constroem seus vínculos com outras, com empresas, com instituições, com marcas e com elas mesmas.
Autora: Janaira Franca - Mestranda em Comunicação, pesquisadora do comportamento feminino, consumo e tendências, consultora na área de marketing estratégico, comunicação digital e branding, é sócia diretora da Athenah Marketing e Comunicação. Especialista em marketing e bacharel em administração de empresas. Atuou na área de marketing no Terra Networks, Bosch Rexroth, RBS TV (Globo). Professora nos cursos de graduação e pós-graduação na FGV Online e professora assistente na Cásper Líbero. No Twitter é @janairafranca."

Fonte:http://digitaisdomarketing.com.br/o-sentir-digital-e-sua-importancia-para-o-marketing



 *Pesquisa e arte para o Blog:Vitória de Cássia