sexta-feira, 22 de abril de 2016

Livro: Histórias da Índia.

Obaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa...Lá vem compartilhamento! Uhuuuuuuu! Amo ler assim, como vim até aqui, no Blog Diário das Gêmeas Paraenses, fazer indicações de boas leituras.

O livro "Histórias da Índia’’ foi escrito pela indiana Eunice de Souza e ilustrado pelo paulista Mauricio Negro, tendo como editora a "Edições SM" é um livro que é uma viagem pelo universo folclórico da Índia.

São 10 histórias reescritas para as crianças e que trazem histórias engraçadas e cheias de cultura deste povo cheio de tradições milenares. Amei, cada um dos contos e lendas. Vou compartilhar como sempre faço, uma história (com minhas palavras): "Como surgiu a cócega – Um história dos povos Konds, de Orissa’’.

Conta a história, que em tempos atrás, homens e mulheres eram muito diferentes do que são hoje, principalmente porque tinham rabos e orelhas enormes, mas que não era algo estranho e que não incomodava a deusa Nirantali.

Na verdade, o que incomodava era a "chatice das pessoas’’. Risos e sorrisos..Não, não existiam! Eles discutiam sempre assuntos de seu dia a dia. Algo muito sem graça.

O que fazer? A deusa teve uma ideia! Moldou com um pouco de cera, um bichinho, que chamou de "bicho-cócega’’. Foi algo tão agradável que ela criou vários.

A ordem para os bichos: "...precisam transformar o mundo num lugar mais prazeroso’’. Com o seria? Eles entraram na pele das pessoas... E a história segue de forma tão fantástica, que sugestiono a leitura na íntegra da história.

Super dica de leitura!

Bjs,
Alda 




quinta-feira, 21 de abril de 2016

O prazer do trabalho.


Digo sempre: "Dinheiro é consequência do trabalho e não prioridade!’’. Até porque, trabalhar sem prazer, sem exercício de dom, só para ganhar dinheiro no final do mês para as compras diárias, deve ser algo muito ‘’sem vida’’.

Sim, porque devemos todos os dias viver e não sobreviver. É claro, que temos os dias ‘’ruins’’, mas temos também os dias de ‘’agradecimentos’’. De fato, se você parar para pensar está vivo e é presente de Deus diário. Devemos agradecer!

Ok! Sei que algumas vezes passamos por adversidades, no entanto com determinação, fé, coragem para mudar o rumo da situação, vamos indo. Não vá me dizer, que você nunca  teve aquele dia em que pensava que não iria conseguir  sair do "fundo do poço’’? Quando falo do ‘’fundo do poço’’, quero dizer daquele dia que você pensa que "não tem mais jeito". Que tudo já está perdido’’

Mas, onde quero chegar???? Quero falar sobre um amigo nosso, o André, um jovem adulto com Síndrome de Down, que tem 44 anos de idade. Por que digo jovem adulto? Porque, todos somos todos jovens adultos. Sim, sabe por quê? Porque, sempre buscamos nos reinventar todos os dias.

Os jovens são bem assim! A maioria das mulheres depois dos 40 anos de idade buscam "um creme milagroso’’, uma roupa  mais "jovial’’. Os homens um "corte" de cabelo mais "estiloso’’ ou ter um jeito mais "despojado’’ .

Opssssssssssssssssss...Já fugindo do tema! Que coisa feia, Alda!(rs)

Dias desses, o nosso amigo André foi até o setor de Estimulação Precoce e, durante o meu intervalo revelou que gosta muito de trabalhar. Ele trabalha na Assembléia Legislativa do Estado e entre um intervalo e outro, passa no Centro para saber ‘’com as coisas estão!’’.

Daí, perguntei: "Você gosta de trabalhar? Ele respondeu: "Sim, boneca! O trabalho faz muito bem. Gosto de ajudar no que posso. Procuro ser responsável, chego bem cedo lá!’’. Quando perguntei: "Você gosta do que faz?’’.

Ele prontamente falou: "É claro boneca! Sou livre. Eu tento ser bom naquilo que faço!’’

O que dizer? Ser livre é amar o que fazemos. Como Madre Teresa de Calcutá dizia: "Não é o quanto fazemos, mas quanto amor colocamos naquilo que fazemos. Não é o quanto damos mas, quanto amor colocamos em dar!’’.

Para refletir!

Bjs,
Alda 



quarta-feira, 20 de abril de 2016

Arte de criar - Na ponta dos dedos


Mais um vídeo que dizemos: ‘’Show de bola’’. Sim, é fantástico como uma mente criativa pode transformar alguns riscos inanimados em animados. Tudo com muito efeito visual.


Assista e veja que show!

Bjs,

Alda e Vi 

    https://youtu.be/u46eaeAfeqw?list=PLF8DA411FF793AF24

terça-feira, 19 de abril de 2016

Livro: Sobre a escrita – A arte em memórias.


Estou ultimamente lendo alguns livros do grande escritor de contos de terror fantástico Stephen King e vejo que existe toda uma técnica para escrever e encantar, mesmo em contos de terror.

Neste livro: ‘’Sobre a escrita – A arte em memórias’’, ele fala um pouco do seu passado, da luta para emplacar o primeiro livro e fazer sucesso, da sua determinação em prosseguir a cada ‘’porta fechada’’ e sobre a negação de suas obras no mundo editorial.

Mas, fala também sobre os seus vícios, que quase colocaram seu futuro como escritor em risco. Porém, foi uma fase em que escreveu grandes Best-Sellers. Já que, escrever era e é o seu maior prazer.

Ah! Ele dá dicas, assim como reflete sobre alguns autores e seus livros. O que se deve levar em conta na hora de escrever ou não.

Vou colocar algumas de suas reflexões. Ok?

ü  ‘’Se você quer ser escritor, existem duas coisas a fazer, acima de todas as outras: ler muito e escrever muito. Que eu saiba, não há como fugir dessas duas coisas, não há atalhos’’.

ü  ‘’Cada livro que se pega para ler tem uma cena ou várias lições e geralmente os livros ruins têm mais a ensinar do que os bons’’

O certo é que ele lê de 60 a 80 livros por ano, na maioria de ficção. Deve ser por isso, que a leitura de seus livros seja tão cheia de ‘’Stephen King’’!

Super dica de leitura!

Bjs,
Alda




segunda-feira, 18 de abril de 2016

Ler, escrever e compartilhar.


Assim ando atualmente! Lendo muito,escrevendo por inspiração quase todos os dias e compartilhando por aqui no Blog Diário das Gêmeas Paraenses. Até porque não podemos guardar conhecimentos na "caixa do cérebro’’, para uso exclusivo.Penso assim!

Eu e a "mana abençoada" começamos a ler desde pequenas. Nossos pais liam muito para nós duas. Lembro que, quando ficávamos doentes, a cada injeção ganhávamos um "gibi’’ ou uma "palavra cruzada’’.

O gosto se aprimorou quando, na escola tínhamos a tal ‘’leitura obrigatória’’ e já na Universidade, os livros técnicos e leituras complementares eram prazeres de quem gosta de ler.

Hoje, eu sou muito eclética. Quando perguntam: "Que livro posso dar de presente para você?" Digo: "Ser for livro, o que você de coração quiser compartilhar comigo!’’.

Recebo livros e revistas de alguns acompanhantes no hospital em que trabalho, principalmente religioso. Desde Testemunha de Jeová até Bíblia. Amo essa forma de carinho.

Confesso...Queria ter mais tempo para ler. Sim, como autênticas ‘’devoradoras de livros’’ eu e a ‘’mana abençoada’’ sentimos a necessidade de ler. Livros? Sim, na estante, na cozinha e na bolsa.Levo-os para todos os cantos.

O escritor americano Steven King, o maior escritor de contos de horror fantástico e de ficção, disse em seu livro. "Sobre a escrita – A arte em memória’’: ‘’Se você escreve (pinta, dança, esculpe ou canta, imagino eu), alguém vai tentar fazer com que você se sinta mal com isso, pode ter certeza’’.

Ele tem seus motivos para tamanha essa "fala venenosa’’, já que no inicio de sua carreira, ele foi considerado um escritor ‘’sem futuro’’ tendo os seus contos sendo recusados por várias editoras... Psiu! Amanhã falo sobre este livro ok?

Enfim, o prazer de ler, escrever e compartilhar por aqui, sempre tira do meu rosto ‘’enormes sorrisos’’, principalmente quando eu e a ‘’mana abençoada’ respondemos as mensagens de ‘’Bom dia’’, "Boa tarde’’ e ‘’Boa noite!’’ e até reflexões de nossos amigos e seguidores.

Bjs,

Alda 



domingo, 17 de abril de 2016

A Vulnerabilidade.


O que é? Segundo o Google: ‘’ substantivo feminino: qualidade ou estado do que é ou se encontra vulnerável.". E vulnerável: Adjetivo de dois gêneros ferido, sujeito a ser atacado, derrotado: frágil, prejudicado ou ofendido. "Então, resolvi falar sobre esse estado hoje, no Diário das Gêmeas Paraenses.

Quem nunca se sentiu vulnerável em algum momento da vida? Confesso, que já senti e devo dizer que é uma sensação muito ruim, principalmente quando você é desrespeitada em sua profissão.

Porém, como sempre falo por aqui: "’Tudo é aprendizado’’. Sim, até as situações ofensivas e humilhantes possuem um caráter de ensino.Não digo que devemos passar por essas situações para aprender, mas tirar ensinamentos para seguir em frente sem revidar ao agressor.

Até digo, que não devemos revidar, pois, agiremos da mesma forma. Desta forma, não poderemos reclamar do ato recebido, já que nos igualamos na ação. Por que estou falando sobre isso hoje?

Porque, durante uma sessão terapêutica, uma paciente fez a seguinte fala, entre lágrimas e colagem: "Eu queria ter sido doutora. Mas, minha mãe disse que não dei para ser nada!’’. Eu, ao ouvi-la, retruquei: "o que seria para nada’’?

Ela respondeu: "Não me formei. Não sentei em banco de escola para ter uma profissão na vida e hoje sou só dona de casa!’’. Mas, fui além, a fiz refletir e disse: Você é uma mãe que dá carinho e atenção aos filhos?. "Sim’’. Você procura ser uma mulher de fé?’’ De muita’’.Você alguma vez humilhou ou ofendeu alguém? "NUNCA’’. Então, você já é tudo para Deus.

Bjs,
Alda 







sábado, 16 de abril de 2016

Livro: Causos Amazônicos.


Que livro mais cheio de ‘’Causos’’: "Causos Amazônicos’’. O livro foi lançado pela Editora Paka–Tatu. Que tem como lema: "Há 16 anos, transformando ideias em livros".

Adoro ler e contar "causos". Até temos uns aqui, pelo Blog Diário das Gêmeas Paraenses. Veja os links, caso queira conhecer um pouco dos nossos. Ok?

Alguns causos das Gêmeas Paraenses:


Mas, vamos lá!

O escritor, Octavio Pessoa, nasceu em Parintins, Amazonas, mas veio para Belém do Pará estudar o curso Científico e por aqui ficou. Porém, ‘’maninha e maninho’’, vamos seguir contando os "causos’’ deste escritor. Ok?

A leitura é bem acessível é cheia de ‘’linguajares’’ da nossa região. Você encontra um pouco do Pará e do Amazonas em cada página. Uma rica viagem pelo universo da Região Norte.

São vários "causos’’ cheios de humor das regiões e no final existe um dicionário, que explica os nossos vocabulários’’ típicos da região.Veja alguns.Confesso que eu e a ‘’mana abençoada’’ falamos a maioria deles por aqui:

Abuiada – rica, bem de vida
Axi porcaria! – expressão de nojo
Égua ! – expressão de admiração ou espanto
Mofino – triste, mole, macambúzio
Toró – forte temporal, com chuvas e trovoadas

 Dica de leitura!

Bjs,
Alda