sexta-feira, 11 de março de 2016

Livro: Kaschtanka e outras histórias de Tchékhov.

Quem gosta de contos russos vai gostar deste livro: "Kaschtanka e outras histórias, de Tchékhov. O autor nasceu em Tanagarog, que é uma cidade ao sul da Rússia.

Era médico e começou a escrever contos humorísticos e sátiras para revistas. Escreveu sua primeira peça de teatro, que foi encenada em 1887, chamada ‘’Ivánov’’.

Bem, entre tantos, escolhi falar de um de seus contos por aqui, no Diário das Gêmeas Paraenses. ‘’Brincadeira’’, que conta a história de um casal de amigos, que resolve se divertir no alto de uma montanha gelada.

O passeio, é descer dentro de um trenó em queda livre. Os trenós varam como uma bala até o chão. Nádeka está com  muito medo, mas seu amigo a influencia a descer.

Na descida, em determinado ponto, ela ouve: "_ Eu te amo, Nádia!’’ Dito em meia voz. Quem disse? O vento ou seu amigo? Ela então repetirá varias vezes, a descida, até descobrir. No entanto até lá, tudo acontece.

Indicação de Leitura!

Bjs,
Alda 


quinta-feira, 10 de março de 2016

Seja com uma estrela.

Sim, seja como uma estrela... Brilhe! Você nasceu para brilhar. Reconheça suas qualidades e invista em seus dons. Todos nós somos talentosos em algo. Seja escrever contos, pintar, desenhar,cantar, fotografar,entre outros.

Vejo muitas "estrelas com pouca luz", pois não acreditam em suas potencialidades, mas vejo outras com brilhos tão intensos e outras que ofuscam as que estão próximas.

Responda: "Você já viu uma estrela brilhando sobre a outra? "Pois é, então é preciso que cada um ocupe o seu lugar no seu "universo". O pior, é que existem algumas pessoas que  desconhecem o seu ''brilho'', o talento que possuem.

Enfim, como nossa mãe diz: "Que toda estrela seja estrela " e eu arremato dizendo: "Que um dia, cada um possa descobrir o seu ''brilho'' e brilhe ao nosso lado.Vamos deixar a noite mais iluminada.

Bjs,

Alda e Vi


quarta-feira, 9 de março de 2016

Livro: Pensar bem, sentir-se bem – Como se livrar das armadilhas da mente.

Confesso, que gosto muito de ler livros deste escritor, Walter Riso, nascido na Itália, mas que mora e trabalha na Colômbia, onde se formou em psicólogo, especializando-se em Terapia Cognitiva, tornando-se mestre em Bioética.

O livro do bate-papo de hoje; ‘’Pensar bem, sentir-se bem’’, foi lançado pela editora Academia. Pois bem, ele possui uma linguagem bem cativante, que leva o leitor a uma viagem sem hora marcada para acabar.

Como sempre faço, vou colocar algumas reflexões do autor e vou também fazer algumas perguntas para você.Topa?

Então, vamos lá!

Aperte o cintoooo...

Ø  ‘’A maioria das pessoas apresenta uma alta resistência à mudanças...’’

Você também, é assim? Tem receio de mudar?Prefere ficar na zona de conforto?

Ø  ‘’Perdoar é não odiar,é extinguir o rancor e os desejos de vingança. É não permitir que o ressentimento continue deixando raízes’’

Você guarda mágoas de alguém? Se sim, você já procurou ajuda de um profissional para elaborar este sentimento?

Bem, estas e outras reflexões estão neste livro, assim como a visão do autor sobre cada questão de ordem emocional.

Super dica de hoje!

Bjs,
Alda 


terça-feira, 8 de março de 2016

Zona de conforto.


Ufaaa... Saímos há muito tempo dessa ‘’bendita’’ zona de conforto!(rs). Entre algumas ‘’torcidas de boca’’ de algumas pessoas, que não entendem o nosso trabalho prazeroso, estamos aqui, todos os dias, no Diário das Gêmeas Paraenses.

Como nossa mãe diz: ’’Existe um preço’’. É verdade! Para conseguir postar bem cedo, acordo antes do galo, para postar livros que já li, eu saio do ‘’Facebook" e "WatsApp’’ nos finais de semana. E para ter ‘’causos’’ eu e a ‘’mana abençoada’’ nos divertimos ‘’pra caramba’’ quando estamos juntas e juntas ...Somos um perigoooooo!(rs).

Sei que conselho só se dá para quem pede, mas vou arriscar ser ‘’enxerida’’: ‘’Não viva a vida na obrigação. Na obrigação de trabalhar muito para ganhar muito dinheiro. Na obrigação de trabalhar por trabalhar. Na obrigação de sair com os amigos por sair. Na obrigação de ter um relacionamento para não ficar sozinha e tantas obrigações que anulam você!’’

Você não faz nada por obrigação? Ótimo! Fico feliz por saber que você faz do nosso time de ‘’faço com amor e sou livre’’, pois não se sente ‘’preso’’ por pensamentos, por pessoas ou por obrigações.

Estamos, eu e a ‘’mana abençoada’’ em uma fase de ‘’retiro espontâneo‘’. Sim, estamos ficando mais na ‘’nossa’’, pois estamos terminando de concluir um novo projeto e precisamos ‘’pensar, refletir e agir’’.

Nunca estivemos tão focadas em nosso objetivo quanto agora! E, por incrível que pareça, estamos gostando dessa fase. Fase de afastamento de tudo que faz muito barulho emocional. Fase de ‘’estou na minha’’. Fase de ‘’deixa ficar’’. E fase de ‘’só observo’’.

Enfim, todos os dias eu e a "mana abençoada’’ acordamos cheias de planos. Transbordando amor de Deus  para  continuar caminhando, pois não é fácil ficar em ‘’silêncio de espera’’, sem sermos vistas como ‘’’antissociais’’.

Vá entender a cabeça deste povo..(rs)

Bjs,

Alda 



segunda-feira, 7 de março de 2016

Livro: Paulo Mendes Campos – Primeiras leituras Crônicas.

Lendo este livro, ‘’Paulo Mendes Campos – Primeiras Leituras Crônicas, relembrei quando eu, a ‘’mana abençoada’’ e os nossos pais, passamos as férias no Rio de Janeiro.

Cidade Maravilhosa sim! O Corcovado, o passeio de bondinho, a caminhada no Calçadão de Copacabana e entre tantas belezas daquela cidade de pessoas alegres, de muitas cores e sons.

Mas, ao ler uma das suas crônicas, aqui no livro, ‘’Cuidado com os velhos’’, veio à mente uma situação ocorrida no hospital em que trabalho. O escritor refletiu sobre o envelhecer e seus por menores. Cito algumas frases:

ü  ’Respeitemos o silêncio da idade; e que nos respeite mais tarde ou daqui a pouco’’

ü  ‘’Tantos gestos afetivos lesam mais que confortam, tantas solicitudes desastradas arranham feridas latentes’’.

ü  ’Não ter muito juízo é a sabedoria da velhice’’

Bem, lembrei de dois casos: Duas senhoras com mais de 50 anos de idade que tiveram AVC (acidente vascular encefálico). Ambas acamadas e dependentes dos familiares para suas AVD´S (atividades de vida diária).

A primeira ficou mais de 15 dias. Vi quando se irritava quando as filhas ficavam abraçando e beijando toda hora. Ela não falava, mas jogava o braço de forma incoordenada, mostrando seu desconforto naquela situação.

 A outra... Bem, indiferente ao meio. Algumas raras vezes, abria os olhos e tentava falar. Porém, naquele dia da avaliação, não apresentou respostas adequadas aos estímulos táteis por exemplo.

Vi sobre a mesa uma mamadeira, então, perguntei à acompanhante o que significava. Ela disse, que foi a maneira mais fácil encontrada pela família para alimentá-la.

Pois bem, orientei como poderia fazer sem ter que usar a mamadeira e perguntei se ela tinha alguma reação quando estava com a mamadeira na boca. Ela mencionou... "Ela resmunga e fica olhando para nós’’.

Enfim, entendo que quem possui um ente internado, faz o possível e o impossível para suprir todas as necessidades daquele ser amado. Sei que o amor transborda naquelas horas e chega até ser exagerado, principalmente quando o paciente precisa de descanso.

Mas, é preciso compreender que um paciente nem sempre está confuso e desorientado e alguns estão apensas limitados fisicamente. Assim, tratá-los como criança diminui sua autoestima. Um dia, uma senhora disse: "Já basta a fralda, agora até comida na boca quer dar. Pode isso hein?’’ (65 anos, 2 AVCs).

Um bom livro para ser lido e apreciado.

Indicação de leitura!

Bjs,

Alda 


domingo, 6 de março de 2016

Revista: Vida saudável.

Mais um dia de bate-papo sobre saúde, aqui no Blog Diário das Gêmeas Paraenses. O certo, é que precisamos cuidar da nossa saúde, pois sem ela, a doença pode ser consequência deste descuido.

Todos os assuntos desta Revista’’Vida Natural’’ são muito bons. Bem explicativos e com ilustrações, que deixam o texto leve e bem informativo.

Escolhi falar sobre um dos artigos; "Parece saudável, mas não é!’’, que fala que alguns alimentos que consumimos podem não ser tão saudáveis como pensamos.

 Como sempre, só vou colocar umas ‘’chamadinhas’’ para o cuidado na hora de comprar nossos alimentos. Ok?

o   Alguns fabricantes, para deixar as barras de cereais com um sabor mais agradável, eles colocam grandes concentrações de açucares e gordura, o que faz o alimento ser muito calórico.

o   Os chocolates diet, não possuem açúcar mais em compensação possui maior quantidade de gorduras para manter o gosto mais agradável.

o   A troca de refrigerante por suco de caixinha pode ser perigoso, pois eles tem muito açúcar, corantes e aromatizantes artificiais.

O artigo fala ainda sobre a composição dos pães multigrãos. E como descobrir se é integral mesmo, ou seja, a maioria tem muita farinha branca ao invés de farinha integral.

Enfim, eu sempre quando vou comprar um produto vejo o rótulo. Nele vejo a quantidade de sódio. Caso seja, mais de 8% não compro, pois já sei que a curto e longo prazo será prejudicial a minha saúde.

Uma leitura muito saudável!

Bjs,
Alda



sexta-feira, 4 de março de 2016

Palavras podem ser facas afiadas. Você sabia?



Confesso, que tenho o maior cuidado de não falar nada ao outro, que o diminua ou que o deixe magoado. Sabe por quê? Porque, acredito que ninguém tem o direito de humilhar o outro por palavras.

Vou dar um exemplo: Ontem, a mãe de uma paciente minha, disse que a professora chamou sua filha de ‘’burra’’, porque não ‘’aprende’’. Nesse momento, a minha paciente que tem 16 anos de idade, olhou com aquele olhar de profunda tristeza.

Bem, não fiz uma avaliação para saber se ela tem transtorno de aprendizado, mas tudo leva a crer, pelos relatos que ouvi. O que fiz? Olhei para ela é disse: "Qual a sua dificuldade? Ela mordeu os lábios e disse, que ela esquecia rápido o que aprendia, trocava letras,dificuldade para ler e para escrever,lembrar de algum fato ,seguir instruções ...’’

O certo é, que ao fazer uma atividade terapêutica auto-expresiva, constatei tal dificuldade, porém disse a ela, que ela não era ‘’burra’’ e sim tinha uma dificuldade que precisava de ajuda na escola.

Enfim, veja como uma palavra tem um poder devastador, já que ela não queria mais ir à escola! A mãe relatou, que foi à escola e brigou com a professora. Disse porém, que quando voltar para a sua casa, vai se matricular na escola junto com a filha para ajudá-la nos estudos.

Pois é, uma palavra dita de forma pejorativa ou com a intenção de denegrir a imagem do outro só revela quem é a pessoa que falou e mostra o seu despreparo para lidar com as limitações do outro, assim como a sua insensibilidade e falta de respeito pela pessoa que ela julgou e condenou como incapaz.

Vamos refletir!

Bjs,

Alda