segunda-feira, 2 de abril de 2018

‘’Olhos que abraçam’’



Sabe aquele dia em que você ‘’abraça o outro com os olhos’’? Opaaa! Você nunca fez isso? Não me diga, mana (o), que não? Bem, muitas vezes um abraço não se completa quando você espera do outro a ação de dar o abraço primeiro para retribuir de novo.

Ficou confuso(a)? Pois bem, vou contar um miniconto para facilitar a compreensão do que desejo fala. Ok?

Vamos lá!

Era uma vez, um besouro e uma joaninha. Eles se conheceram em uma festa no borboletário do Mangal das Garças em Belém do Pará. Entre uma conversa solta ali e outra acolá acabaram se tornando amigos. Tinham muitas coisas em comum. Uma amizade que cresceu com o passar do tempo.

Um dia, uma fofoca feita pela cigarra os separou. Eles não se falavam mais e assim cada um sentiu a falta do outro em um silêncio que rasgava a seda do tempo.

Em uma noite de estrelas cadentes, eles descobriram que era tudo invenção da cigarra. A vontade de reconciliação era grande, mas um não procurou o outro até que um dia se reencontraram.

Entre um sorriso de meia boca e uma boca inteira eles não se abraçaram como faziam em cada encontro e a única coisa que foi vista pela sábia coruja era que o corpo de cada um vergava igual bambu, mas o abraço só se completou com os olhos.


Bem, vou perguntar de forma bem paraense ‘’Que tar? Deu para entender, sumano?’’ (rsrs)

Bjs,
Alda de Cássia

*Imagem: João Bidu

domingo, 1 de abril de 2018

Páscoa




Neste ano decidi escrever um artigo sobre o simbolismo dos ovos e do coelho na Páscoa. Muito se vê as imagens de coelho e de ovos como símbolos da Páscoa. Mas qual o motivo deste simbolismo?

Bem, começo pelos ovos.  Antes mesmo do cristianismo, na Europa havia o costume de trocar ovos no Equinócio de 21 de março para celebrar o fim do inverno e o início da primavera. 

 Quando começou a haver a celebração da Páscoa cristã,  a troca de ovos começou a fazer parte da Semana Santa. O ovo passou a ser visto como um símbolo da ressurreição de Cristo. As pessoas trocavam ovos de galinha decorados. Foi na França  que  a tradição dos ovos de chocolate começou, pois  a ideia de ovos de chocolate surgiu quando cozinheiros passaram a esvaziar os ovos de galinhas e os recheavam com chocolate,  pintando a casca. A partir do século XIX, os ovos doces tomaram conta da comemoração.

Há uma relação também do ovo com a Páscoa judaica.  A celebração da Páscoa cristã tem sua origem na  festa judaica do Pessach – que significa “passagem” em hebraico, uma referência à saída dos judeus do Egito e sua libertação da escravidão, com a chegada à terra prometida sob a liderança de Moisés.  O ovo, durante a festa judaica, é utilizado como símbolo do povo de Israel. Segundo a tradição judaica em determinado momento, o chefe de família se levanta e diz: “O povo de Israel é como este ovo, que, quanto mais cozido na dor e no sofrimento, mais preserva sua unidade e sua identidade”. Portanto, o ovo para os judeus  representa a força do seu povo, que se torna mais forte cada vez que passa por épocas de sofrimento. E assim o simbolismo do ovo também foi usado pelo cristianismo para relembrar a ressurreição de Cristo, representando a renovação da vida.
Em relação ao coelho como símbolo da Páscoa, o costume surgiu no século XVI, na Alemanha.  No século XIX os alemães trouxeram o hábito para a América e o animal foi associado à Páscoa devido se reproduzir rapidamente, simbolizando fertilidade e vida nova. Desde o antigo Egito, o animal já era considerado símbolo da fertilidade devido à sua incrível capacidade de procriação.  O coelho como símbolo de prosperidade e fertilidade tem estado presente  na cultura de diversos povos ao longo da história. 

Os povos germânicos, que habitavam a região norte tinham uma narrativa mítica sobre uma deusa da fertilidade de nome Ostara. O coelho era símbolo do culto a essa deusa, já que passado o inverno e tendo início o período da primavera (estação que simboliza o “renascimento”, a floração, a fertilização), os coelhos eram, com frequência, os primeiros a saírem de suas tocas e começarem a reproduzir-se.

Há uma relação dos ovos com os coelhos. As tradições rituais germânicas associaram a prática de entrega de ovos de aves pintados com tintas para as crianças por coelhos, símbolos de Ostara. Havia uma tradicional "caça ao coelho" , mas na verdade os ovos enfeitados eram escondidos nos campos e encontrados pelas crianças que procuravam coelhos.  Assim, com o cristianismo, a prática da entrega de ovos passou a ser relacionada  à Páscoa, e não mais à deusa Ostara. A prática de entrega de ovos acabou se generalizando com as migrações alemães para o continente americano.

Vemos portanto, que as tradições antigas acabaram transmitindo às futuras gerações estes costumes que permaneceram sobre o ovo e o coelho na Páscoa. Claro que com o comércio, houve cada vez mais a disseminação dos ovos de chocolate como presentes. Mas creio que os cristãos, apesar de estarem inseridos nesta cultura com os símbolos de ovos e coelhos, não devem se esquecer do verdadeiro sentido da Páscoa que é a Ressurreição de Cristo. Feliz Páscoa!

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Márcio José Matos Rodrigues-Professor de História

Visite o blog do MJ Rodrigues : 
http://blogdomjrodrigues.blogspot.com.br/


Figura: Google.

sábado, 31 de março de 2018

Data da Páscoa - Origem






As primeiras comemorações de páscoa foram feitas pelo povo hebreu (judeu), quando foram libertos da escravidão no Egito. Isso aconteceu em razão das orientações que Moisés recebeu de Deus, de colocar seu cajado sobre o mar vermelho e abrir caminho para que seu povo fugisse.

A páscoa cristã é uma comemoração em homenagem ao renascimento, à ressurreição de Jesus Cristo.

É uma festividade com data móvel, pois foi criada seguindo o calendário judeu, que por sua vez era baseado nas fases da lua.

A escolha da data se deu em razão das comemorações pagãs, da chegada da primavera, época de fartura devido às colheitas, com o renascimento da terra, que se tornaria fértil de novo. Os povos da Idade Média faziam homenagens à Ostera, deusa da estação.

Através do primeiro concílio de Niceia, no ano de 325 d.C, foi estabelecida uma data para a páscoa: o primeiro domingo após o aparecimento da lua cheia, na estação da primavera do hemisfério norte (no hemisfério sul é outono).

É curiosa a forma como esse período de transição, que significa passagem, aparece escrito em várias línguas, sendo no hebreu “peschad”, no latim “pache”, em grego “paskha”, no alemão “ostem” e em inglês “easter”.


Saber calcular a data da páscoa foi fundamental para a criação do calendário cristão. Para isso é preciso dividir o ano escolhido por 19, depois somar 1 ao resto dessa divisão. O número encontrado deve ser consultado na tabela abaixo. É fato certo: a páscoa sempre acontece entre os dias 22 de março e 25 de abril.


X
Data
1
14 de Abril ou Domingo seguinte
2
03 de Abril ou Domingo seguinte
3
 23 de Março ou Domingo seguinte
4
11 de Abril ou Domingo seguinte
5
 31 de Março ou Domingo seguinte
6
18 de Abril ou Domingo seguinte
7
8 de Abril ou Domingo seguinte
8
 28 de Março ou Domingo seguinte
9
16 de Abril ou Domingo seguinte
10
 5 de Abril ou Domingo seguinte
11
 25 de Março ou Domingo seguinte
12
13 de Abril ou Domingo seguinte
13
 2 de Abril ou Domingo seguinte
14
 22 de Março ou Domingo seguinte
15
10 de Abril ou Domingo seguinte
16
 30 de Março ou Domingo seguinte
17
17 de Abril ou Domingo seguinte
18
7 de Abril ou Domingo seguinte
19
 27 de Março ou Domingo seguinte

Autora: Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola


*Pesquisa e arte para o Blog: Vitória de Cássia

sexta-feira, 30 de março de 2018

Sexta-feira Santa - Dia de reflexão !



Hoje é sexta-feira Santa, dia que os católicos de todo o Brasil e os que moram no exterior estão em oração, jejum e reflexão. Não há missa, pois, a Igreja apenas faz reflexões sobre a morte de Jesus Cristo.

Aqui em Belém, desde ontem, os fieis estão em louvor e oração. A madrugada toda passaram em vigília, para logo cedo saírem em procissões.

Uma saindo da Basílica Santuário de Nossa Senhora de Nazaré, levando a imagem de Jesus carregando a cruz, que chamamos de ‘’Procissão do senhor dos Passos’’, ao encontro da outra saindo da Igreja das Mercedes, com a imagem de Maria, Nossa senhora das Dores, que vai ao encontro de seu filho.

Desde pequenas, nossa mãe nos fazia refletir sobre este dia.Não podíamos ouvir música, a televisão era com o volume baixo e falar baixo sempre.

Nosso pai só almoça depois das 3 horas da tarde e fica a manhã com a televisão desligada e em completo retiro em seu quarto. Eu, a ‘’mana abençoada’’ e a nossa mãe também, refletimos sobre este dia.

Aqui, como em muitas casas, não comemos carne. O não comer carne na sexta-feira santa tem o significado de honrar a morte de Jesus na cruz, já que Jesus sacrificou sua carne para a salvação da humanidade.

Amigos, que este dia seja de reflexão e oração!!

Assim Seja!
Amém!!                                                      

Bjs,
Alda e Vitória 



                                           
*Imagem ; Instituto Teológico franciscano
           https://bit.ly/2J6qtYG

quinta-feira, 29 de março de 2018

Livro: Na Educação da Alma

Um livro muito reflexivo! Bem, faço a indicação do livro: ‘’Na Educação da Alma’’, de Lúcia Cominatto, pelo espírito Irmã Maria do Rosário, que foi lançado pela editora EME.

O que falar sobre este livro? Bem, que nos dias atuais todo livro que compartilhe mensagens reflexivas sobre a necessidade de fazermos uma reforma intima é precioso.

Sem mais delonga para não deixar de incentivar você a ler este livro na íntegra. Por isso, deixo algumas frases reflexivas por aqui e meu registro de que temos ainda muito a melhorar moralmente neste um mundo de provas e expiações.

‘’Não chores mais pelas adversidades do passado. Lastima, sim, pelas oportunidades que perdeste, por não tê-las aproveitado para o crescimento interior’’.

‘’É através do sofrimento físico ou moral, que os bons sentimentos poderão surgir dentro de ti, para que despertes ante a necessidade  de amparar as dores daqueles que tiveres ao teu lado.’’

‘’Nada passamos na vida que não tenha sido traçado por nós mesmos, pelo nosso comportamento e pelas nossas decisões. ’’

‘’Corrige, portanto, tudo aquilo que ainda percebes de errado em tua vida, no teu modo de agir, de pensar ou de sentir, para que encontres novo rumo as que te levem a uma vida mais sadia e feliz’’.

Enfim, são 206 páginas onde você terá a certeza que só é possível ser feliz quando nos despimos do orgulho, da inveja e da falta de humanidade, pois somos aquilo que deixamos registrados na vida do nosso irmão em caminhada. Então, que você registre no coração amor. Por favor!

Bjs,
Alda de Cássia

*Imagem: Editora EME  

quarta-feira, 28 de março de 2018

Como está seu know-how?








“Características pessoais podem ser inatas, mas know-how é algo adquirido, desenvolvido por meio da prática e aperfeiçoado pela experiência.

Líderes de sucesso aprendem, praticam, aprimoram e refinam competências até que elas se tornem naturais. Ram Charan, em seu livro Know-how: as 8 competências que separam os que fazem dos que não fazem, apresenta uma série de dicas para você que quer se desenvolver como líder. Parece que cada geração de gestores enfrenta um desafio diferente, e a sua, caro leitor, terá de trazer clareza e um senso de direção aos negócios em virtude da incrível complexidade que caracteriza o século 21.

Neste artigo, você vai conhecer quais são as oito competências propostas por Ram Charan. Então, escolha uma ou duas para trabalhar e aprimorar e, quando chegar a um bom nível de desenvolvimento delas, assuma outras, não deixando de continuar a aprimorar as primeiras. Você descobrirá que algumas competências vêm mais naturalmente que outras. É nessas que deve se concentrar e se aperfeiçoar enquanto refina sua capacidade de liderança. Por isso, procure situações em que elas são necessárias e ponha-se à prova. Confira quais são as oito competências:

       Posicionar e reposicionar – Encontrar uma ideia central para os negócios que atenda às necessidades do cliente e seja lucrativa.
        
       Identificar mudanças externas – Detectar tendências mundiais para colocar a empresa na ofensiva.
        
       Comandar o sistema social – Reunir as pessoas certas, que possuam informações e comportamentos corretos, para tomar decisões melhores e mais rápidas e alcançar bons resultados.
        
       Avaliar pessoas – Analisar profissionais com base em suas ações, decisões e comportamentos, comparando-os com os critérios indispensáveis à função.
        
       Moldar equipes – Conseguir que colaboradores altamente competentes trabalhem em perfeita harmonia, mesmo aqueles com um ego enorme.
        
       Criar objetivos – Determinar de modo realista o conjunto de metas que equilibram o que a empresa pode vir a ser com o que ela pode alcançar.
        
       Estabelecer prioridades precisas – Definir o caminho e alinhar recursos, ações e energia para realizar os objetivos.
        
       Enfrentar forças que transcendem o mercado – Prever pressões sociais fora de seu controle, que podem afetar a companhia, e reagir a elas. Um exemplo disso é a prática da neutralização de carbono, exigida pela sociedade e executada por muitas empresas.

É possível dizer ainda que ser um líder vencedor se resume à capacidade de julgamento, àquela voz interior que diz em que direção seguir, mesmo quando a razão aponta um caminho diferente. Todo líder precisa dessa voz, além de fazer com que as pessoas acreditem em seus instintos. Nosso processo de avaliar é, basicamente, inconsciente, mas isso não significa que ele esteja fora de controle. A cada nova situação que enfrentamos, a mente compara, inconscientemente, o que se encaixa com o que não se encaixa em experiências anteriores. Se prestarmos atenção nesse processo, poderemos evitar que os mesmos erros aconteçam e transformar a experiência em um aprendizado verdadeiro.

Então, quando você fizer uma escolha, tente avaliar seu resultado, percebendo quais foram os fatores ou as principais variáveis que pesaram em sua mente e fizeram com que escolhesse determinado caminho. Reflita se fez a opção correta, quais suposições você fez, por que as fez, o que atingiu com isso, etc. Você também poderá acelerar seu desenvolvimento ao aprender com as experiências de outras pessoas. Procure gestores que tenham pontos fortes em áreas que quer trabalhar e os observe cuidadosamente. Não se deixe seduzir por aspectos superficiais como prestígio ou agilidade mental.

Observe as ações, decisões e comportamentos de outros líderes e atente-se aos resultados. Eles não têm, necessariamente, de ser seus chefes ou mentores, podem ser, simplesmente, seus colegas. Talvez, um deles seja particularmente bom em reformular questões ou investigar detalhes. Seja psicologicamente aberto a novas ideias e pessoas e anseie por tentar resolver problemas e situações – esses atributos serão úteis para melhorar suas decisões e permitir que seu modelo mental e comportamento se ajustem mais rapidamente.

Charan comenta que já viu muitos novos líderes brilhantes cujas atitudes inflexíveis e pensamento rígido retardaram seu desenvolvimento. Seus modelos mentais ficaram aprisionados e eles tentaram aplicar exatamente o mesmo raciocínio a cada nova situação, negligenciando diferenças críticas. Alguns sobem na carreira sem se dar conta de que uma simples característica pessoal, como ser agressivo em excesso ou bloquear o caminho das pessoas, é uma bomba-relógio prestes a explodir.

Repare em seus bloqueios psicológicos. O estresse da vida diária pode distorcer seu raciocínio e comportamento. Enquanto alguns líderes são superconfiantes e bastante otimistas, tomando decisões repentinas antes de olharem as coisas sob vários ângulos, outros hesitam por duvidarem de si mesmos ou por temerem reações. Não tenha medo de cometer erros, e sim de não se esforçar para aprender com eles. Impeça que atitudes defensivas atrapalhem seu aprendizado. Líderes que aprendem e crescem continuamente admitem quando não sabem alguma coisa. Embora Charan sugira que você se encarregue de seu próprio desenvolvimento, não espere fazer isso sozinho.

Planeje um meio de receber feedback e procure pessoas em quem possa confiar para que lhe forneçam informações legítimas, honestas e oportunas e que o ajudem a perceber qualquer distorção psicológica. Lembre-se disto: você precisa de uma abordagem disciplinada para ser o melhor, como um atleta lutando para ser campeão. Outra ação importante para se desenvolver é procurar funções em que você possa se expandir. Muitos líderes de sucesso tiveram o benefício de múltiplas experiências em diversas situações. Alguns entraram nelas por acidente, outros buscaram ativamente essas oportunidades e há ainda os que assumiram funções recusadas por terem sido consideradas muito difíceis.

Todas essas experiências ficaram gravadas em sua mente inconsciente, interagiram com sua psicologia e emoções, reformularam seus modelos mentais e se refletiram em suas avaliações. Busque experiências que permitam aplicar seu know-how em situações variadas. Não permaneça no mesmo emprego por dez anos, apenas satisfazendo os requisitos e passando rapidamente por várias posições que possibilitam um longo currículo, mas pouco aprendizado. Permaneça em uma função o tempo suficiente para testar a si mesmo, aprofundar seu conhecimento na área, ver os resultados de suas decisões e refinar seus instintos. Charan sempre ficou admirado com o rápido desenvolvimento de líderes como Jack Welch, que se tornou um CEO bem-sucedido aos 45 anos de idade, e Michael Dell, que dirigia uma empresa de sucesso com apenas 21. Obviamente, aprender e mudar seu modelo mental pode ser um processo muito rápido.

Haverá vezes em que você não será reconhecido, ficará desapontado ou será sabotado, porém esses períodos sombrios podem propiciar grandes lições. Seu desenvolvimento mental também é acelerado quando você entende, de uma hora para outra, por exemplo, o sentido de investigar os detalhes de uma questão, fazendo com que seu know-how de avaliar pessoas, posicionar a empresa e fixar metas e prioridades simultaneamente se aperfeiçoe – e isso é estimulante, uma força propulsora para continuar crescendo. Lembre-se de que o sucesso nunca é o fim. Esse é um fato do qual os líderes do século 21 não podem escapar. Eles terão de assumir um compromisso contínuo. Nesse sentido, Charan os encoraja como se o destino do mundo dependesse disso, porque depende, de certa forma. Priorize seu know-how, conscientize-se de como os traços de personalidade o afetam e continue aprendendo.“

Autor: Raúl Candeloro é palestrante e editor das revistas VendaMais, Liderança e InvestMais, além de autor de vários livros de Vendas. Formado em Administração de Empresas e mestre em empreendedorismo pelo Babson College, é responsável pelo portal www.vendamais.com.br. E-mail: raul@vendamais.com.br
r.

Fonte: empregos.com.br


*Pesquisa e arte: Vitória de Cássia


terça-feira, 27 de março de 2018

Livro: Caraminholas de Zé Pregueté


Gosto muito quando um escritor ‘’vira do avesso’’ uma história. Sabe por quê? Porque, de vez em quando, é preciso sair da zona de conforto da criatividade.

Simmmmm,Delba Menezes fez isso quando escreveu o livro ‘’Caraminholas de Zé Pregueté’’ e que teve as ilustrações de Fê lançado pela editora Paulinas.

Fala sobre um menino que fica em dúvida se é possível ter ‘’bicho-de-mão’’ e não ‘’bicho-de-pé’’. Os questionamentos são ‘’pode’’ ou ‘’não pode’’ subir do pé para a mão?

Como aconteceu? Com travessura, é claro, porque quem nunca ‘’aprontou’’quando criança? Eu e a ‘’mana abençoada’’... Sim, algumas vezes!

Lendo o livro veio a recordação que tínhamos a ‘’mania’’ de colocar  água nas seringas que ganhávamos das técnicas de enfermagem quando íamos nos vacinar e utilizávamos para dar ‘’vacina nas bonecas’’.

O certo é que, os animais de pelúcia ‘’sofriam’’ com nossas investidas. O pior era quando fazíamos nossas experiências ‘’mirabolantes’’, colocando tintas nos vidros de perfumes e dizíamos que eram ‘’fórmulas mágicas".

Só sei que nesta travessura, vira e mexe, a pia ficava de branco colorida e o chão também e nestas horas nossa mãe preparava o ‘’gogó’’ para aquela ‘’bronca educativa’’.(rs)

Enfim, um livro que as crianças vão descobrir que bicho-de-pé existe assim como bicho-de-mão e quem quiser que conte suas peraltices, pois já contei as nossas.(rsrsrs)

Bjs,
Alda de Cássia

* Imagem: Livraria Cultura