terça-feira, 10 de abril de 2018

Livro: Contos de Assombração


Livro para deixar os cabelos ‘’em pé’’ .Qual o nome? ‘’Contos de assombração – Casos arrepiantes de redenção da Serra’’ de Mauricio Pereira, lançado pela editora DCL.

Pois bem, são 20 contos distribuídos em 45 páginas, cada uma ilustrada de forma arrepiante! Vai desde ‘’Salvador Pereira e a assombração’’ até ‘’A origem do corpo-seco’’.

Não poderia deixar de contar um ‘’causo’’ por aqui!Sim,lendo este livro que fala sobre assombração lembrei-me que o meu ‘’universo’’ e da ‘’mana abençoada’’ sempre foram regados por histórias da mata.

Sim, ouvíamos do Oswaldo, um rapaz que era caseiro de nossa casa em Mosqueiro (Ilha do mosqueiro), cada umaaaaaaaaa...Lembro que quando ouvíamos uns barulhos esquisitos no forro da casa ‘’morríamosssssssssss ‘’ de medo.

Ele dizia que era uma ‘’mucura’’ que morava por lá! E que ela gostava de passear a noite. Cruz credoooooo...Eu e a mana ficávamos quietinhas com medo da ‘’criatura’’ descer e ‘’beber o nosso sangue’’.

Era verdade? Não sei até hoje, mas só sei que uns sons de ‘’rasga mortalha’’ era quase frequente perto do jambeiro e tínhamos medo mesmo com nossos pais dizendo que não era ‘’nada’’.

Vamos lá!

Qual o conto escolhido? ‘’O quilo do sal’’ que fala sobre o Lobisomem. Sim,aquele homem que em noite de lua cheia ‘’virava’’  lobo e atacava ‘’gente inocente’’.

Segundo o conto, basta oferecer ‘’algo ‘’ para o lobisomem para que ele apareça para buscar ‘’a promessa’’ e, nesse caso, foi Benedito Pereira que prometeu.

Em uma noite, os cachorros começaram a latir. E olha que cachorro latindo geralmente eles sentiram a presença de alguém estranho pelo terreno, pois assim era o nosso cachorro ‘’Reu’’.

No meio da cachorrada, o Benedito viu um cachorro preto muito grande. Na hora, ele disse que era o Lobisomem que jogava pedras e paus nos cachorros.

Pois não é que o corajoso Benedito saiu para enfrentar o ‘’tal do Lobisomem’’ e prometeu o ‘’sal’’ para a ‘’criatura’’? O que aconteceu? Bem, ele veio buscar o sal logo pela manhã!

Como assim?Pois é, ele apareceu, não na forma de Lobisomem, mas isto é para uma outra história...

Dica de leitura!

Bjs,
Alda de Cássia

 *Imagem:Saraiva

segunda-feira, 9 de abril de 2018

Talento x Esforço







"Vendedores muito bem sucedidos usualmente são aqueles que praticam duas coisas: talento e esforço. Mas o que essas características significam exatamente?


O esforço diz respeito ao trabalho físico, de fazer chamadas telefônicas para marcar visitas a clientes e a prospects, de preparar orçamentos e propostas de negócios, de levantar novos prospects, se comunicar com eles via e-mail, etc. É o trabalho duro, suado, muitas vezes exaustivo.
Já o talento diz respeito à forma como o vendedor faz isso. Vendedores talentosos utilizam abordagens adequadas, fazem o trabalho de forma eficaz e produzem mais vendas, maiores resultados.Entretanto, em termos de proporção usualmente o esforço aparece muito mais que o talento, por isso, chamamos esse quadro de Relação 10/90. Esse é o processo de vendas: 10% de talento e 90% de esforço.

Um indivíduo com muito talento e um pouco de esforço tem tendência a vender mais do que um indivíduo com muito esforço e nenhum talento. Entretanto, esse parâmetro não segue uma proporção lógica, pois o esforço sempre é uma porção muito maior. Imagine um quilo de feijoada, pronta para comer, só que sem tempero nenhum.

Você comeria? Os 60 ou 70 gramas de ingredientes de tempero farão toda a diferença. Por outro lado, se você só tiver os temperos, os mais maravilhosos, mas sem feijoada para colocá-los, comeria somente eles? E mesmo que os comesse, eles saciariam sua fome? Esses são pontos interessantes para reflexão.

O sentido aqui é de que as duas coisas são importantes. O indivíduo com talento e ambição trabalhará duro, ou seja, fará muito esforço e esse esforço irá resultar em grandes e bons resultados. Se o indivíduo com talento e pouco esforço consegue alguma coisa, podemos deduzir que conseguirá muito mais se aumentar o esforço.

Consideramos que o talento é parte do perfil comportamental do indivíduo e a ambição é parte disso também. Já o esforço requer entre outras coisas, conhecimento sobre o produto, o cliente, a área, a administração de recursos, técnicas de vendas, abordagem etc.

Existem casos de vendedores absurdamente talentosos, mas que produzem menos do que o esperado. Isso pode estar relacionado a vários fatores. Um dos mais comuns é o fato deles já ganharem o suficiente para si, é uma questão de ambição satisfeita.

Isso nos leva ao paradoxo do vendedor que pode vender mais, a empresa precisa que ele venda mais, ele até quer vender mais, entretanto, continua vendendo dentro de um patamar já atingido, posição essa que ele atinge cada vez com mais facilidade.

É muito difícil conseguir que esse indivíduo aumente seu esforço se o seu padrão de vida, suas necessidades estão satisfeitas. Será preciso identificar outros aspectos motivadores para ele ou redistribuir metas entre os outros, ou ainda, abrir campo para mais vendedores.

Usualmente um vendedor demonstra ter atingido seu limite de ambição quando:


 - Mantém um nível de vendas e faturamento bom, gerando comissões, bônus e salários estabilizados;
- Ao mesmo tempo o número de visitas/contatos externos começa a diminuir paulatinamente, cai o esforço físico de buscar novos clientes, de visitar os que já existem. O vendedor passa mais tempo no escritório ou em qualquer outro lugar, e menos nos clientes.
- Os clientes o procuram mais do que ele os procura.
Quando sintomas como esses aparecem no indivíduo ou na equipe é sinal de que a Relação 10/90 está sendo seguida de modo inapropriado. Essa relação, enquanto conceito gerencial e modelo de valor, funciona muito bem para vendedores iniciantes e em meio de carreira.

Vendedores seniores bem sucedidos e há longo tempo na função costumam ser exceções nessas equipes e devem ser tratados como tal, mas lembrando sempre que vendedores precisam estar constantemente motivados, com a ambição sempre desafiada e esse é um ciclo permanente em vendas."

 Autor: Edson Rodriguez (Consultor em Gestão de Pessoas e Orientação Profissional) - Portal HSM


 *Pesquisa para o blog: Vitória de Cássia 
  *Imagem:Google


domingo, 8 de abril de 2018

Livro: A árvore de carne e outros contos





Vou compartilhar o livro ‘’A árvore de carne e outros contos’’, de Lia Minápoty e Yaguarê Yamâ, com ilustrações de Mariana Newlands, que foi lançado pela editora Tordsilhinhas.

Eles nasceram na aldeia Yâbetue´y, na área indígena Maraguapajy, no rio Abacaxis, estado do Amazonas. São casados e juntos possuem um rico repertório de contos  ancestrais que compartilham neste livro.

São 6 contos: ‘’O colar sagrado’’, ‘’A árvore de carne’’, ‘’O protetor das árvores’’, ‘’Um casamento na aldeia’’, ‘A lagoa encantada’’e ‘’A origem do poço Gurupápawa’’.

No final do livro, eles falam sobre o povo indígena Maraguá, que atualmente está dividido em quatro aldeias , todas elas nas margens do rio Abacaxis  e vai ser uma bela viagem.

Bem, antes de falar sobre um dos contos, gostaria de compartilhar com vocês uma curiosidade!Sim, quando eu e a ‘’mana abençoada’’ éramos pequenas ouvimos a lenda do ‘’Tamba-tajá’’, que conta a história de dois índios que fugiram das suas tribos para viver uma história de amor até que algo muito triste aconteceu.

Pois bem, fomos ‘’criadas’’ com contos e lendas da Amazônia, que são riquíssimas em cultura indígena e, deve ser por isso, que tenho encanto pelas histórias indígenas.

Vamos ao que interessa. Não é mesmo? Logo conto a história do Tamba-tajá por aqui. Ok?

Aqui, compartilho em resumo um dos contos e incentivo você a ler o livro na integra:

‘’ O colar sagrado’’

Conta a história de um ‘’Malyli’’, que seria um homem muito sábio, que sempre era procurado na aldeia pelos índios para ajudá-los a resolver um problema.
Certo dia, ele ouviu uma voz quando estava deitado em sua rede e a voz vai pedir para que ele faça uma missão. Ele terá que ir até o lago Induá.

Pois bem, ele teve que levar seus materiais de pajelança. Em busca de cumprir a missão, ele vai ter que vencer grandes perigos. Só uma dica: ele terá um colar e nele um grande segredo, tanto que a revelação do segredo atrairá maldição na aldeia.

Dica de leitura!

Bjs,
Alda de Cássia

*Imagem:Estante Virtual 


sábado, 7 de abril de 2018

6 dicas para trabalhar de casa


   
"Os sistemas de home office mais bem sucedidos são os híbridos, onde o profissional passa algumas horas no escritório e o restante do dia em casa.

São Paulo – Trabalhar remotamente pode proporcionar uma melhor qualidade de vida ao colaborador ao livrá-lo do trânsito, além de estimular o engajamento por causa da flexibilidade de horário, segundo Irene Azevedo, diretora de negócios da DBM.

Teoricamente, todos os profissionais podem trabalhar a partir de um home office, mas não é um regime de trabalho indicado aos colaboradores que precisam de equipamentos específicos ou para os trabalhadores que lidam com diversos clientes pessoalmente. “Dificulta um pouco mais o método de trabalho trazer vários clientes para dentro de casa”, comenta a diretora.

Há áreas onde o home office é mais propício, principalmente em empresas da área de atendimento ao cliente. Porém, nem todas as companhias permitem que o funcionário trabalhe remotamente.

Já as empresas devem transmitir a cultura da organização a todos os colaboradores. Além de oferecer todos os benefícios aos funcionários, como vales e gastos adicionais, a organização deve ficar atenta à interação entre os trabalhadores. Neste caso, o uso da mídia social e grupos online para estimular a aderência e cultura empresarial podem ajudar, segundo a diretora.

Ainda segundo Irene, os sistemas de home office mais bem sucedidos são os híbridos, onde o profissional passa algumas horas no escritório e o restante do dia em casa. Com isso, a empresa garante a assimilação da cultura da organização e a flexibilidade de horário ao funcionário.

Os trabalhadores não precisam pedir para trabalhar de casa porque esta rotina está na cultura das empresas que permitem este regime. "As companhias devem esclarecer as dúvidas dos candidatos durante a entrevista de emprego", diz Irene.

As seis dicas são:

1 – É fundamental trabalhar a portas fechadas e ter um local isolado dentro de casa. Tenha o seu escritório privado e mantenha distância de crianças, cachorros e empregada. “É fácil de perder o foco do trabalho ao realizar tarefas diárias”, diz Irene.

2 – Mantenha uma rotina diária, seja disciplinado e avise todas as pessoas que moram em sua casa para não incomodar durante este período.

3 – A empresa exigirá dos empregados em regime de home office a paixão pelo trabalho. Por isso, faça algo significativo e da melhor maneira possível. “É comum ficar desestimulado quando a rotina é sempre a mesma, principalmente quando a pessoa está isolada”, comenta Irene.

4 – A chance de trabalhar de casa e ver pouco o chefe ou colegas de trabalho pode diminuir a visibilidade que o profissional possui na empresa. Para evitar isso, permita que seus colegas saibam o que você faz diariamente. “Neste caso, o uso de redes sociais, principalmente as internas das empresas, são uma ótima opção”, comenta a diretora.

5 – Faça todos os treinamentos que a empresa oferece. Isso assegura que todos os colaboradores tenham os mesmos conhecimentos. “As plataformas de e-learning são poderosas e fundamentais para promover a integração”, diz Irene.

6 – As companhias que permitem a flexibilidade do home office não estão preocupadas a que horas o funcionário vai fazer a tarefa, mas com a qualidade do trabalho que será entregue. Profissionais que prestam atendimento de suporte de TI, por exemplo, principalmente para os clientes do exterior, não precisam estar dentro organização para dar iniciar o atendimento. “O que importa é estar acessível quando o cliente ligar e em um ambiente silencioso” diz Irene."

Autor: Rafael Ferrer de Info.
Fonte: Exame.com
  
*Pesquisa e arte:Vitória de Cássia 




sexta-feira, 6 de abril de 2018

‘’Estou tão pequena!’’





Dias desses ouvi a frase dita por uma colega de trabalho para a outra: ‘’Estou tão pequena!’’. Na hora, não me foi possível entender o significado, mas depois compreendi por meio de uma colega o sentido da fala.

Bem, ela estava passando por uma situação difícil em casa e daí ter falado daquela maneira. Não sei se falou pedindo ajuda ou para ‘’desabafar’’, pois estava de costas e não vi seu olhar, só a entonação da sua voz que me pareceu de desalento.

Minha colega de trabalho, que ouviu sua queixa, perguntou-me na saída do meu plantão: ’’ O que faço?’’ Após ter contado a situação da sua amiga.

Pois bem,disse a ela para pedir que a mesma procurasse a psicóloga do hospital, para que ela pudesse receber ajuda psicológica, já que,segundo minha colega de trabalho, este relato já vem se estendendo por dias.

Ela me disse: "Mas o que faço agora, doutoura?’’. Eu respondi: "Hummm...Eu daria um abraço gigante, para dizer que estou ali para o que der e vier e, assim, talvez, a sensação de estar tão pequena não tivesse espaço entre a sensação de conte comigo!’’.

Ela fez? Será? Sim, no dia seguinte disse: "Dei o abraço gigante ela lagrimou e disse: ‘’Precisava disso!’’. E você? O que faria?

Bjs,
Alda de Cássia


* Imagem:Gazeta do Povo

quinta-feira, 5 de abril de 2018

Livro: A Festa ao Ar Livre



Que bela Coleção! Sim, o livro que vou compartilhar hoje faz parte da Coleção ‘’Aventuras Grandiosas’’, da grande escritora Katherine Mansfield, que teve a adaptação de Ana Carolina Vieira Rodriguez e foi lançado pela Editora Rideel.


Ahhhh! Antes de fazer um ‘’micro resumo’’, quero dizer que ao ler este livro lembrei-me de que, nossa mãe sempre diz: ‘’A morte nos leva para o mesmo lugar, inicialmente, a terra.Seja rico ou com poucas posses’’.

Pois bem, a história tem como pano de fundo uma festa que será realizada em um jardim. A história fala de uma jovem Laura, que em meio aos preparativos descobre que o seu vizinho que mora a pouca distância da sua casa morre em um acidente.

Ela de imediato deseja cancelar a festa em respeito ao morto, mas sua família acha um absurdo, além de falta de respeito aos convidados.

O certo é que a festa é realizada, mas o apogeu da história ocorre quando Laura vai até a casa do seu vizinho. Ela fica angustiada com o que encontra e chorar talvez fosse a forma de demonstrar empatia pela dor do próximo.

Dica de hoje!

Bjs,
Alda de Cássia

*Imagem:Editora Rideel 

quarta-feira, 4 de abril de 2018

A postura do profissional





  

 A postura do profissional é um fator decisivo em sua carreira. Se ele tiver atitude e der o melhor de si, só terá a ganhar

Há algum tempo li uma entrevista de Paulo Autran e Fernanda Montenegro, dois conceituados atores brasileiros, na qual eles garantem que, mesmo após anos de experiência atuando em teatro, ainda sentem "aquele friozinho na barriga" todas as vezes que sobem ao palco. Ambos concordam que cada apresentação é capaz de fazê-los reviver as emoções do primeiro dia de trabalho. Sorte a deles!

Se todos os profissionais que estão seguros de que "sabem tudo" deixassem sentir esse frio na barriga e se permitissem confessar que isso é sinal de aprendizado e que aprender sempre é fundamental, muitas carreiras seriam salvas.

 (...)

O profissional que acredita já saber tudo acaba se fechando para conhecer coisas novas e muitas vezes se torna arrogante e desatualizado. No chamado mundo corporativo, ninguém é insubstituível; portanto, dar o melhor de si e buscar sempre mais para crescer na carreira é o mínimo que todo profissional deve fazer.

Temos exemplos claros na história de nosso país de pessoas ou até mesmo equipes que fracassaram por confiar demais na experiência adquirida na profissão e deixarem de fazer seus trabalhos com o mesmo empenho que faziam no começo da carreira. Gente que achou que era impossível errar e depois teve de aprender com os erros.

(...)

A postura do profissional é um fator decisivo em sua carreira. Se ele tiver atitude e souber entender a importância de fazer o melhor trabalho e dar cada vez mais o melhor de si, sem se acomodar com o que já conquistou, só terá a ganhar.

O friozinho na barriga não deve ser encarado como medo, covardia ou insegurança, mas sim como impulso para aprender com entusiasmo e se superar cada vez mais.

Autor: Hélio Rangel Terra, formado em Ciências Contábeis com pós-graduação em Harvard, é Presidente da Ricardo Xavier Recursos Humanos.

*Pesquisa e arte para o blog:Vitória de Cássia