terça-feira, 17 de março de 2015

Livro: O poder da solução.

Que belo livro este do psiquiatra Roberto Shinyashiki: ’’O poder da solução’’.  E da editora Gente e fala das estratégias para resolução dos problemas.

Gosto muito de ler os livros de Roberto.Penso, que já li todos já lançados, pois ele é um escritor que possui uma empatia muito grande com o leitor, já que se permite compartilhar suas dificuldades e soluções de uma forma bem humorada,mas com um grande poder de realização.

Este livro: ’’O Poder da solução’’, é um dos mais incentivadores que já li! Ele fala da nossa capacidade de solucionar os problemas, sem ter que culpar alguém por eles, e, deixando claro, que todos têm problemas e que a diferença está em como lidamos com eles.

É verdade! Até brinco que, quem não tem problema... Já morreu!(rs) Digo para os meus pacientes, que a vida é uma estrada com estradas asfaltadas e esburacadas, mas se você tem um planejamento de viagem,ninguém detém você!

Logo no primeiro capítulo, Roberto Shinyashiki diz:  

‘’Problemas, doenças e inimigos são grandes mestres, quando sabemos escutar suas orientações.
Muitas pessoas, quando estão diante das dificuldades, mergulham em uma depressão e se sentem eternas vítimas. Sentem-se injustiçadas por tudo e por todos. Ficam revoltadas por estar passando por dificuldades e perdem a oportunidade de aprender com esse desafio e crescer. ’’

Concordo com ele!Problemas, doenças e inimigos, sempre nos fazem descobrir a força que temos para reagir. Problemas todos têm. Só que reclamar, por exemplo, do emprego que nos paga pouco, não resolve quando nada é feito para mudar a situação, como um novo emprego.

Doenças nos abalam e nos desestruturam. Penso que,o corpo sofre e a mente ‘’padece’’, mas após a superação da doença, nos tornamos mais fortes, humanizados e saudáveis e a vida ganha um novo sentido. Pequenos momentos com a família se tornam grandes e inesquecíveis. Deixamos de trabalhar muito, passamos a nos alimentar de forma saudável e buscamos ter visitas periódicas ao médico. Antes, o trabalho era prioridade, em muitos casos.

Quanto aos inimigos , digo que sempre são ‘’nossos amigos desacreditados de si’’, pois deixam de cuidar da sua vida, de descobrir seus talentos natos, para ‘’nos vigiar 24 horas’’. Querendo ser o que somos, ou o pior, tentam sem sucesso nos prejudicar, mas acabam sendo os maiores prejudicados, porque colhem o que plantam.

Os nossos problemas segundo Roberto, são nossos problemas, não do outro. A resolução deve partir de nós e não tentar culpar o outro pelos nossos insucessos ou querer que o outro resolva.

Deixo aqui um trecho para reflexão sobre este assunto!!

‘’Na Índia, os mestres sempre dizem: "os problemas são despertadores que tentam acordar as pessoas para a vida." Aproveite para acordar logo, antes que o próximo despertador faça mais barulho’’.

Este trecho faz alusão ao que Roberto diz; pois quando não cuidamos das ‘’causas’’ do problema, eles sempre voltam. E quando voltam provocam mais angústias que antes.

Segundo ele:’’O problema é um professor crítico, que cobra o melhor desempenho do aluno.A diferença é que, se você não consegue aprender a lição com o primeiro professor, logo virá um substituto mais bravo  e agressivo...’’

Moral da história: Os problemas são lições que devemos aprender para crescer...

Que livroooooo...

Como dizemos: ’’Éguaaa do livrooo!’’(rs)

Super dica de hoje!

Bjs,

Alda



segunda-feira, 16 de março de 2015

Revista: Nosso Pará.

Procuramos sempre divulgar aqui, pelo Blog Diário das Gêmeas Paraenses, um pouco das lendas e crendices da região norte, principalmente daqui de Belém do Pará.

 Ainda não havia tido a oportunidade de ler artigos desta revista. Ao ler, achei que deveria compartilhar um pouco do que eu e a ‘’mana abençoada ‘’ ouvíamos da nossa mãe quando éramos crianças.   

Esta revista fala sobre: Deuses e mitos de Jurupari a Tupã; As mães das águas; Boiuna; O boto; O curupira; A pajelança; o pajé e o seu mundo; entre outros. Muito interessante!

Vou escolher falar hoje, sobre o "boto’’. Desde pequenas, nossa mãe falava deste ‘’homem boto’’, que pegava as moças e as encantavas nas noites enluaradas,nas regiões ribeirinhas.

Seria o ‘’Don Juan’’, só que um cabloco cheio de encantos e encantamentos, que sai das águas vestido de branco e um chapéu, que nunca tira da cabeça.

Nas festas, ele atrai as moças com suas danças envolventes. Ele é carismático, um ‘’excelente pé de valsa’’, um beberrão de primeira. Bem, ele não mata suas vítimas, apenas as deixa ‘’prenhas’’ e desaparece, sem assumir a paternidade.

Ah, esqueci de dizer, que o chapéu que o Boto usa na cabeça é para esconder o ‘’furinho’’ que possui.Até me lembro, que a nossa mãe dizia que as moças do interior quando desconfiavam de um homem,elas ficavam de olho se ele permanecia por muito tempo com o chapéu na cabeça.

Aqui em Belém, já ouvi muitas brincadeiras em relação ao Boto. Como a mulher que engravida e não quer dizer o nome do pai... ’’Foi o Boto, maninha!’’ Ou então: ‘’Nem parece à cara do pai. Deve ser do Boto!’’(rs).

Confesso, que tenho o hábito de brincar com as jovens acompanhantes dos meus pacientes, para que, tenham cuidado com ‘’o Boto’’nas festas que costumam ir. Essa forma de falar, é uma maneira bem humorada de dizer: ’’cuidado com a gravidez indesejada’’.

Bjs,

Alda


domingo, 15 de março de 2015

Muita gente esquisita no mundo.


É verdade! Eu me considero uma! (rs). Apesar de ser extrovertida, sou introvertida, em algumas situações.Desde a época da faculdade, que hoje falam universidade, eu era ‘’meio bicho do mato’’!(rs)

Muito reservada, observadora e ‘’na minha’’. Mas, a necessidade de mudar foi imediata. Muitos trabalhos expositivos, muitas trocas de informações em grupos paralelos, me levaram a ‘’lutar pelo meu espaço’’.

Sabe aquele dia, que você percebe que ‘’pra que vergonha’’, se todo mundo está no ‘’mesmo barco’’? Pois é, o que sempre falo para as futuras terapeutas ocupacionais. Estudem, perguntem, não tenham medo de errar, pois,quando vocês forem profissionais, isso não será possível, já que qualquer erro provocará consequências imediatas.

O tempo passou, mas continuo sendo ‘’muito esquisita!(rs).Faço parte das redes sociais como Facebook e Whatsapp, mas me refugio nos meus livros, cd's, DVD´s e aqui, no Blog Diário das Gêmeas Paraenses,na grande maioria da semana e final de semana.

No feriadão do Carnaval, desliguei tudo. Telefone e ’’zap- zap da vida’’(rs)’ e me refugiei em meu quarto em meio aos livros. O computador ligado, o word aberto, uma música tocando e eu digitando meus pensamentos, meus contos, sentindo uma paz inexplicável é uma liberdade extrema. 

Confesso, que depois que comecei a escrever por aqui, fiquei mais reservada. Tenho amigas e colegas de trabalho, mas ‘’passo longe’’ das badalações. Sempre digo: ’’Não bebo, não fumo, então não sou boa companhia!’’(rs)

Penso que estou em outro momento da minha vida. Não me vejo discutindo com alguém por ‘’coisas sem sentido’’, chorando por ‘’amores infiéis’’ ou ‘’remoendo mágoas passadas’’... Aí, a vida é tão curta, para deixar o pensamento preso naquilo que não vale ou nunca valeu a pena.É preciso desapegar,OLX!(rs)

Gosto muito de conversar. Li milhares de livros e ainda tenho outros milhares para ler. Quem gosta de conversar sobre livro? Pois é, ’’tá pegando’’(rs).

Sou terapeuta ocupacional, trabalho com crianças com Deficiência Intelectual e Múltiplas e com pacientes hospitalizados. Quem quer conversar sobre doenças, adoecer e doentes?

Ah! Tenho outros assuntos para conversar? Sim, muitos. Sou hiperativa, o que não falta é assunto!(rs). Minha amiga Angela, que é assistente social sempre diz que, não consegue me acompanhar, quando estou ‘’naqueles dias’’ de muito trabalho, pois estou tão sobrecarregada que penso, falo e respondo ao mesmo tempo(rs).

Sempre digo que, um dia comigo é como ‘’fritar charque, tomar açaí e assoviar ao mesmo tempo!”(rs)... Uma loucuraaaa!! Brinco, que quando as pessoas acabam de falar comigo ao telefone, eu continuo falando, mesmo depois que elas desligaram!’’(rs).

Pelo jeito, só minha família ‘’me atura’’(rs).Minha ‘’mana abençoada’’ é minha companheira de todas horas, até porque somos muito parecidas(rs), até nas ‘’loucuras de cada dia’’...P.s: Eu mais que ela!’’(rs)

Quantos anos tenho?Tenho a idade do meu coração. Meu coração é tão jovem, cheio de sonhos. Sou cheia de projetos para serem realizados e cheia de amor para dar e compartilhar.

Receber?Já, os recebo todos os dias por olhares de obrigada, por abraços ‘’gostosos’’ das minhas crianças, pelo sol que nasce todas as manhãs, pelo vento, pela chuva e pela noite cheia de estrelas. Deus nos dá amor dessa forma!! Sinto!!!

Enfim, sou esquisita mesmo, mas feliz com as minhas esquisitices da vida!(rs).Só quero uma coisa da vida...Ser uma esquisita, que faz os outros felizes e é feliz ‘’por tabela’’(rs).

P.s:''Mana abençoada'' caprichou na arte(rs).Fiquei esquisita,mas amei!!kkk

E você? É esquisita (o)!

Bjs,

Alda 



sábado, 14 de março de 2015

Livro: de coração para coração - Destinos que se cruzam.


Li em 2 dias este livro:’’de coração para coração- Destinos que se cruzam’’. É da escritora best-seller Lurlene McDaniel, que já escreveu mais de 70 livros para jovens adultos, tendo alguns sendo roteirizados para filmes e séries de televisão.

A autora escolheu usar temas comuns. Ela usa personagens que vivem situações de lutas contra doenças crônicas ou do luto eterno.

A escolha por estes temas, veem da necessidade pessoal de compreender sua própria crise familiar: seu filho, na época com três anos, foi diagnosticado com Diabetes Juvenil.

Nesta história fictícia, ela conta o drama vivido por três personagens principais: Elowyn, Kassey e Wyatt.Elowyn e Kassey são amigas, inseparáveis até o dia em que Elowyn sofre um acidente e morre aos 16 anos,vítima de um acidente de carro, no qual ela havia ganho de seu pai,a poucos dias.

Até aí,tudo poderia ser como outras histórias, mas ‘’algo a mais acontece".O que seria? Elowyn havia se cadastrado como doadora de órgãos e nunca falou para Kassey, sua melhor amiga.

Uma história que fala de amizade, luto, dificuldade de elaborar a perda de uma pessoa querida, doação de órgãos, fidelidade e  ‘’memória celular’’.

Quanto à ‘’memória celular’’, seria quando uma pessoa recebe o órgão de outra é começa a falar e agir como o seu doador.A autora fala um pouco dessa experiência, que é estudada pela Neurociência atualmente.

Muito cativante o livro!!A autora tem o dom de conquistar seus leitores do início ao fim de suas histórias.

Super dica de hoje!

Bjs,
Alda 



sexta-feira, 13 de março de 2015

Filme: Fora de controle – Quem disse que o cinema é uma grande família.

Assisti ao filme ’’Fora de Controle - Quem disse que o cinema é uma grande família’’ e que tem grandes atores em papeis principais cito: Robert de Nilo, Bruce Willis, Sean Penn, entre outros. Cada um com brilhantes interpretações.

Confesso, que no início fiquei ‘’boiando no igarapé’’(rs). Mas, com o desenrolar da história, fui ‘’voltando para a casinha’’(rs), passando a compreender todo a atemporalidade do filme.

Muito interessante,  já que existem cenas entre os atores, vividas em dois tempos. O que leva você a sequenciar a história e tentar buscar fazer a ligação entre tempo e espaço... Muitoooo Louco!(rs).

O filme narra duas semanas na vida de um produtor de cinema. Ele, tendo que estrear um filme, para ser apresentado no Festival de Cannes. Porém, existe uma cena que foi filmada e que causa polêmica, podendo causar o fim da carreira do produtor.

E, de outro lado, esse mesmo produtor, tendo conflitos pessoais com a separação conjugal, filha adolescente, mulheres, amantes e caprichos de atores com ‘’egos inflados’’.

Super dica de hoje!

Bjs,

Alda


quinta-feira, 12 de março de 2015

Livro: Uma dor sem nome.


Sempre falo para os meus pacientes e amigos, que devemos ‘’dar nome aos sentimentos que sentimos, ou seja, a dor’’, e, ao ler este livro, ’’Uma dor sem nome’’, do Dr.Roque Savioli, compreendi que é este o caminho.

Sabe por quê? Porque, senão ficaremos naquele ‘’achismo’’, de acreditar que a decepção e a mágoa, e, por isso, muitos guardam mágoas, sem entender que não é.

Mas, é difícil dar ‘’nome à dor’’, se nem conseguimos lidar com ela. Com aquele aperto que chega a dilacerar o peito.

O autor menciona, que o nome do livro vem de uma música que escutou do diácono Nelsinho Correa, cujo nome da música era: ’’A dor sem nome’’.

O Dr.Roque, relata que refletiu sobre a música: "...Fiquei refletindo sobre o tema da música.Realmente, o sofrimento da perda do filho,de um amigo, de uma amiga, de uma pessoa admirada, não tem nome, pois quando perdemos não ficamos viúvos ou órfãos’’.

O autor deixa bem claro que, se não elaborarmos as perdas e os lutos, a saúde física e mental e espiritual, são prejudicadas, pois o corpo adoece.

O certo, é que não é fácil perder quem amamos, mas não ‘’’aceitar’’ a perda e não elaborar, buscando seguir em frente, nos tornará ‘’enlutados no passado’’.

Outro questionamento sobre este assunto, de ‘’não dar nome a dor’’:Então, pergunto a você: Quem nunca ouviu aquela frase: ’’Aí, estou com aperto tão grande no peito. Acho que, estou triste. Será que é?’’ ou ‘’Eu tenho ódio dele, não quero vê-lo na minha frente nem pintado de ouro’’.Será que é por isso,que estou me sentindo tão mal?’’.

Na verdade, acredito que, a ‘’tristeza’’ seja ‘’saudade’’ e o ‘’ódio’’ seja ‘’decepção’’, mas, nesta hora,o que menos interessa é ‘’saber’’ e sim ‘’sentir’’.

Muito interessante este assunto!

Dica de hoje!

Bjs,

Alda 


quarta-feira, 11 de março de 2015

Revista: Vida Simples.


Gosto muito de ler os artigos da revista: ’’Vida Simples’’. Uma leitura muito agradável e rica de boas informações.Por isso, foi difícil escolher um assunto para compartilhar hoje por aqui!

Mas, escolhi um que vai interessar muita gente!É sobre o perdão!! O título é: ’’De onde nasce o perdão?". O texto é de Ivonete Lucírio, que conseguiu dar ‘’certa leveza’’ a um assunto que é muito ‘’delicado’’ de se falar.

Quem nunca foi ofendido? Quem nunca disse: ’’eu não perdoo’’? Quem já perdoou uma grande ofensa? Quem nunca perdoou? É difícil perdoar quem nos ofendeu, mas é necessário lidar com esse sentimento, muitas vezes de rancor, mágoa até de ódio no peito.

A chamada do texto começa assim: ’’Perdoar é algo que você faz por si mesmo, não pelos outros, ainda que seu beneficio se espalhe’’. É verdade! Sempre digo para meus pacientes e amigos: ’’Quando você não perdoa, a alma adoece é o corpo padece!’’.


Começa o texto contando uma história, onde um comerciante muito sábio foi assaltado. O bandido levou todo o lucro do dia, mas ao ver o ladrão sai correndo. Ele ainda teve tempo de dizer que perdoava o ladrão.

Quando perguntado sobre o porquê do ato, ele disse: ’’não quero ficar com essa mágoa para o resto da minha vida’’... Segundo o texto: ’’o perdão é algo que fazemos mais por nós mesmos do que pelos outros’’.

Confesso que nunca guardei mágoa, raiva ou ódio, pois, sempre acreditei que são sentimentos que ao entrarem no coração, deixam as pessoas amarguradas, com pouca fé e solitárias, pois o amor perde o seu lugar de plenitude.

Já perdoei o colega ingrato, a colega ambiciosa,a colega vingativa e até aqueles que me julgam sem saber quem sou de verdade. Não sou perfeita, por isso não me vejo em débito com ninguém. Pago tudo à vista ou parcelado, mas pago!(rs)

A resposta é oração.Devemos pedir a Deus sempre vida longa e feliz  para aqueles que nos fazem ou querem o nosso mal .Desejo amor,sempre amor.Jamais,sintonizar mal com mal.Tudo que você lança de pensamento negativo...Volta!!

Vou colocar algumas reflexões deste belo texto. Ok?

      *  ‘’Para perdoar é preciso olhar para dentro e correr o risco de até, perceber que você, ofendido, talvez também tenha alguma responsabilidade naquele ato’’.

     * ‘’Quem perdoa não esquece... Nelson Mandela, ex-presidente da África do Sul dizia: ’’Os sul-africanos devem recordar o passado terrível, para que possamos lidar com ele, perdoando, pois o perdão é necessário, mas sem nunca esquecer’’.

   *‘’O processo exige um investimento interno’’(Segundo a psicoterapeuta e neurocientista Ana Paula Cuocolo Machia)

       *Gilberto Gil diz na música Drão:’’não há o que perdoar, por isso mesmo é que há de haver mais compaixão’’

Falando de compaixão, o texto sinaliza que é preciso termos autocompaixão, pois, só assim conseguiremos perdoar o outro e nos perdoar.

Espero que você tenha a oportunidade de ler o texto na íntegra, porque é fantástico!!

Sempre, quando alguém me diz: ’’desculpe, não fiz por mau!’’, eu respondo: ’’Eu perdoo você...’’.Sempre é motivo de risos e descontração.

Super dica de hoje!

Bjs,
Alda