sábado, 1 de novembro de 2014

Mãe usa imaginação para criar fantasias na cadeira de rodas do filho.


Fantasias  


Olá amigos !

Olhem esta reportagem que encontrei em minhas buscas pela Internet. Estava no "Yahoo notícias". Colocarei na íntegra a reportagem desta mãe que não mede esforços para agradar seu filho e demonstrar todo o seu amor.
Vamos Lá !!!!

P.S:Dia de Halloween não foi ontem?Sim!!Mas,acredito que,as fantasias criadas por esta mãe tinham que ter um destaque ESPECIAL!!Por isso,estou postando hoje!!

Bjs,
Vi



O Halloween, conhecido no Brasil como Dia das Bruxas... Foi ontem e as crianças nos Estados Unidos aproveitaram para usar as suas fantasias .Ciente da ansiedade das crianças, em especial de seu filho Caleb, diagnosticado com uma mal formação conhecida como espinha bífida, Cassie McLelland decidiu customizar a cadeira de rodas do garoto de três anos.

FantasiasDesde os 3 anos, Caleb comemora a data com uma fantasia de cadeira diferente. O garoto foi diagnosticado com a malformação ainda com 18 semanas de vida e não consegue andar sem ajuda do equipamento.

Com fantasias que variam de Batman a Mario Kart, Caleb e sua criativa mãe servem de inspiração para outras crianças também se divertirem na data de forma saudável. Cassie criou o blog WhellchairCostumes (Fantasias de Cadeira de Rodas, em português), onde posta suas criações. Veja algumas fantasias de Caleb e outras enviadas por internautas!

   Fantasias

(Fotos: Divulgação / Cassie McLelland) 
Fonte:  Yahoo Notícias





sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Inveja – Mal Secreto.


Neste áudio livro ‘’Inveja – Mal Secreto’’, Zuenir Ventura inicia falando sobre ‘’A minha Invejável Família’’.

Cita definições sobre a palavra ‘’inveja’’, por vários compositores, escritores e filósofos. Por exemplo, ’’Sucesso no Brasil é ofensa’’, dita por Tom Jobim e ‘’O invejoso chora mais o bem alheio do que, o próprio bem’’... Francisco Quevedo.

Um livro que fala sobre a inveja, sem ‘’máscaras’’, sendo ela um dos 7 pecados capitais.Este áudio livro é uma analogia também com a doença que destrói de forma invisível, o câncer.

Foi mais de um ano de pesquisa com psicanalistas, por exemplo. Faz relatos pessoais com reflexões precisas.

Ele inicia o livro com um ALERTA:

‘’Aos navegantes, os que pretendem empreender esta viagem, o autor pede que levem consigo, no caso de ser perderem 3 distinções básicas:Ciúmes é querer manter, o que se tem; Cobiça é querer, o que não se têm e Inveja é não querer que o outro tenha’’.

E, preste atenção, a inveja é um vírus que se caracteriza pela ausência de sintomas aparentes. O ódio espuma, a preguiça se derrama, a gula engorda, a avareza acumula, a luxúria se oferece, o orgulho brilha; só a inveja se esconde e que tome cuidado... ’’

Ah, existem histórias com personagens que refletem sobre o tema ‘’inveja’’. Cito dois personagens: A emergente Vera Loyola e um padre.

‘’O verdadeiro amigo não é o que é solidário na desgraça, mas o que suporta o seu sucesso’’(Vera Loyola).

‘’ A solidariedade na alegria é muito rara. Inveja é como a serpente, seu símbolo ataca de perto’’(O padre).

Temos uma novidade !!! Saiu hoje, no jornal "O Liberal", do nosso Estado do Pará. Leia na íntegra abaixo:

"Novo membro da ABL Zuenir Ventura agora é imortal.

Autor de várias obras, entre elas "1968 - o ano que não terminou", o jornalista de 83 anos, ocupará a cadeira 32 da Academia Brasileira de Letras, substituindo o dramaturgo, poeta e romancista Ariano Suassuna."

(Fonte: Jornal "O Liberal" - www.oliberal.com.br)

Muito interessante!
Dica de Hoje!

Bjs ,

Alda 


quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Vamos dançar !!!


Olá amigos !

Hoje é dia de postar vídeo. Vamos lá !!! O escolhido é um vídeo de dança bem diferente. Conta com sincronia, harmonia, alegria e divertimento.

Dançar alegra a alma e faz bem para o corpo. Quem não gosta de dançar não sabe o que está perdendo. Tudo bem que eu e a "mana abençoada" estamos de férias das festas (rs), mas que é relaxante não temos dúvida. Veja se temos razão....dar até vontade de tentar imitar ou chegar quase lá (rs).

Bjs,
Vi







quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Superar a dor do luto.

Li recentemente, este livro: ’’Superar a dor do luto’’. É da editora Paulinas, e senti a necessidade de compartilhar hoje, com vocês, este belo livro de conforto e esperança diante da perda de um ente tão amado.

O escritor é do Dom Messias dos Reis, que nasceu em Passos, em Minas Gerais. Por ter trabalhado em muitas paróquias, ele teve oportunidade de aconselhar muitas pessoas diante do luto.

Olhem que bela introdução de Dom Messias, que faz questão de colocar alguns trechos:

‘’A dor do luto é como um viajante que necessitando de hospedagem a encontra, mas não permanece para sempre nela.

Quando o viajante vai embora, se sua presença foi marcante, ficam as suas lembranças. Todas as pessoas mais cedo ou mais tarde tornam-se hospedeiras da dor do luto, sentimento esse que desconcerta a pessoa e insiste em permanecer no seu interior.

Uma vez que o luto chega, sua dor vai aumentando como uma ferida não curada. Cada palavra, atitude ou objeto que faz recordar a pessoa falecida é como mexer na ferida, mas, ao mesmo tempo, é como colocar um medicamento que faz essa ferida doer, mas com a intenção de curá-la. ’’

Que bela reflexão e simbolização de Dom Messias sobre a dor do luto.

O livro também fala sobre aprender a lidar com o luto, morte não é aniquilação, mas transformação; os estágios de superação do luto, o sentimento de saudade, entre outros.

Terminei de ler com uma paz de espírito tão grande, que me senti na obrigação de compartilhar com vocês e indicar esta confortante leitura aos enlutados.

Bjs,

Alda

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Conto: O Choro.




































Temos o prazer de divulgar, aqui em nosso Blog, mais uma das nossas associadas do Portal Revelar Talentos... Ana Cristina, a Cris, como gosta de ser chamada.

Ela é uma escritora paraense que, desde pequena, adorava histórias de sobrenaturais.

Depois de casada com o seu marido continuou o interesse e, nas suas horas vagas, Cris produz seus contos ‘’na calada da noite’’, como nos paraenses costumamos dizer, de quem só tem tempo para fazer algo na hora que o ‘’silêncio rasga a noite fria’’.(rs)

No final, vamos colocar o link para a sua entrevista, concedida com exclusividade para o Portal Revelar Talentos.

Conto: O choro

Esta história aconteceu há muitos anos atrás, quando minha avó Alice era adolescente. Ela tinha uns 14 anos, morava no interior do estado, um lugar muito humilde, atrasado.  Naquela época,  virgindade era tabu. Filho sem pai pior ainda. Vó Alice fez amizade com Lúcia, uma moça que havia acabado de chegar ao lugarejo. Lúcia era bonita,  morena  jambo, olhos grandes, cor de mel, corpo escultural. Sua família era muito humilde. Lúcia fez amizade com a filha do capataz da fazenda próxima, Marta.

Com pouco tempo de amizade e elas três iam de um lugar a outro, tomavam banho juntas no rio etc. O pai de Lúcia era lavrador e faleceu deixando os 6 filhos órfãos. Lúcia precisou trabalhar para ajudar  na despesa de casa, então pediu à Marta que arrumasse emprego na fazenda onde sua família morava e trabalhava.  Marta conseguiu se empregar como babá na sede central da fazenda quando Lúcia já tinha  seis meses no trabalho. Nessa época, Márcio, o filho do patrão, que havia  ido estudar em outro estado  retorna.  Era um  rapaz alto, forte, olhos claros muito falante  e galanteador.

Logo que ele conheceu Lúcia, ficou encantado com sua beleza rústica. Ela, porém, muito tímida, nunca havia conhecido esse rapaz tão bonito. Ele era diferente dos rapazes que ela conhecera  logo no início.  O rapaz começou  a jornada de conquista. Menos de dois meses os dois já estavam namorando escondidos. Márcio sempre investia sobre Lúcia e ela, mesmo apaixonada, não cedia. Mas, com passar dos meses, a moça já a muito apaixonada não resistiu e cedeu às contínuas investidas de Márcio e eles ficaram juntos algumas vezes.  Lúcia não contara nada nem para suas amigas Alice e  Marta. 

Depois de algum tempo ela engravidou, ficou apavorada, chamou o rapaz e contou  tudo. Ele, porém, não quis saber do assunto e terminou tudo com ela. Lúcia, sozinha, sem saber o que fazer como contar  para sua mãe. Como reagiria  ela? Márcio sendo pressionado pela moça, contou ao seu pai que rapidamente tratou de mandar Lúcia embora do emprego e mais que depressa inventou um noivado de seu filho com uma moça, filha de um amigo fazendeiro.  

Lúcia que já tinha dois meses de gravidez, desesperada e sem saída, com muito medo, procurou uma índia, velha curandeira,  que morava na mata. Contou-lhe tudo e pediu sua ajuda para o aborto. Pois, em seu desespero e ignorância, achou esta a melhor saída. A índia velha, Matubira  era seu nome,  fez um unguento e uma pajelança,  mandou que Lúcia tomasse uma poção em uma noite de sexta feira e disse  a hora de tomar. Disse que deveria tomar e que teria que ficar na beira do rio para esperar o resultado.   Ressaltou que a moça teria que cumprir todo um ritual de pajelança para conseguir o que queria duas horas depois.

Lúcia sentindo muita dor, suando frio, pôs o feto pra fora  do útero.  Era um menino que ela deu o nome de Zinho . Lúcia pegou-o e colocou em um saco com uma pedra,  jogando no rio para que afundasse. Ela fez tudo escondida. Ficou doente, abatida, chorava muito, ninguém  sabia o motivo. Passados meses do acontecido, toda sexta, no mesmo horário, de madrugada, no silêncio da noite, ouvia-se um  choro de criança pequena que aumentava a cada minuto, com algum tempo e depois parava, ficando o  silêncio.  Na época não havia não havia iluminação no lugar e também haviam nascido algumas crianças no local  e ninguém deu bola para os choros. Por fim, como o povo do interior é cheio de superstições, medo etc, ninguém nunca foi saber o que era ou quem.

Ouvia-se uma canção de ninar de vez em quando e o povo sabia que vinha do igarapé que ficava próximo.  Mas ninguém se habilitava a ir lá. Depois de algum tempo,  mudou-se para o lugar,  Dona Joana, uma mulher de fora,  muito intriguenta, curiosa, e fofoqueira.  Quando ela começou a ouvir os choros e tudo mais,  cuidou de perguntar quem era a criança  que chorava à noite. No entanto, não conseguiu descobrir, pois ficou matutando, pois a criança só chorava na sexta e também não havia recém-nascido  próximo, já que os que estavam perto eram grandinhos.  A mulher perguntou, fofocou  até que soube que isso já acontecia há tempos, só que ninguém quis investigar. O povo do interior acredita em assombrações, mula sem cabeça etc.

A velha então ficou na butuca. Em uma sexta feira, chamou o marido  e disse:

- “Hoje descubro que diabo de choro é este vindo do rio.”

Pegou um lampião, um terçado, e foi com o marido. Ficou lá, no meio do mato, escondida, até que adormeceu. De repente, acordaram  quando  ouviram o choro da criança. Então olhou para o outro lado. Eis que uma pessoa se aproxima, vestida de roupas de dormir até chegar á beira do rio . A velha se aproximou com o marido,  bem devagar, sem fazer barulho algum, percebendo que a moça ajoelhava-se na ponte,  pegando algo de dentro do rio.  A velha chegou perto e viu que era um bebê.  A moça, que era a Lúcia,  amamenta-o  canta uma canção de ninar e o bebê cala-se. Depois a moça o punha de volta ao rio, ele afundava e ela retornava por seu caminho. A mulher ficou apavorada com o que viu. A moça parecia estar em transe, pois  não percebeu a presença da mulher e do marido a observando.

Pela manhã a mulher espalhou o que vira,  só não sabia dizer quem era a moça. Porém, viu que ninguém lhe dava atenção.  Ela reuniu umas pessoas e disse que iria provar o que dizia.  Foram  lá para o  rio e fizeram tudo como antes. Quando Lúcia pegou o  bebê para alimentá-lo e cantando   sua canção de ninar  eis que todos foram ao seu encontro e fizeram  uma confusão. Repentinamente, Lúcia, que parecia estar em transe, acorda  pergunta o que todos e ela faziam no rio naquela hora.  A senhora contou tudo à Lúcia.  Eis  que ela danou-se a chorar e disse tudo  o que havia feito.  Sua mãe, que estava presente, compadeceu-se de sua dor e pediu aos pescadores  que mergulhassem e tentassem encontrar os restos da criança para dar um enterro digno a ela. Porém, depois de tanto tempo procurando, não foi possível achar algo. Então, sua mãe pediu ao padre para dar um enterro simbólico ao bebê.  Desde então o choro acabou e Lúcia de tão envergonhada foi embora do lugar,  nunca casou-se e dedicou-se a  cuidar de crianças de orfanato, falecendo com 83 anos, há cinco anos atrás
---------------------------------------------------------

 Na hora do desespero, antes de procurar a saída que você acha que seja a única, procure Deus, pois Ele nunca a deixará na mão!

 Link da entrevista de nossa associada Cris no Portal Revelar Talentos

Bjs,
Alda



segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Conto: Mistérios de uma noite.


Hoje vou contar mais um conto: ’’Mistérios de uma noite’’. Quem já leu os meus anteriores, vai perceber com este, que gosto também de suspense e terror.

Eu e a ‘’mana abençoada’’ assistimos muitos filmes de terror quando éramos pequenas. Lembro do ’’Massacre da serra elétrica, ‘’Sexta-feira 13’’, ‘’Os zumbis’’, ‘’A volta dos mortos vivos’’, entre outros horripilantes.

Pois bem, este conto tem como cenário um cemitério, policiais e almas do outro mundo como personagens.

Não sei se tenho ‘’futuro’’ para escritora de contos de terror (rs). Mas espero que vocês gostem!!

Numa noite fria e sombria, onde os cães uivavam sem parar, barulhos estranhos, passos rápidos e gritos arrepiantes eram ouvidos na esquina de um cemitério. A lua estava quase cheia. Nuvens brancas azuladas estavam ao seu redor onde um cheiro de folhas secas podia ser sentido junto com a brisa que circulava por entre os túmulos.

De repente, ouve-se um gemido, seguido de um grito que parecia ser de mulher. Na rua deserta, naquela hora, estava apenas vagando o vigia do cemitério que, ao ouvir o grito, corre em direção a uma sepultura antiga a qual pertencia ao túmulo de Efigênia Alleta.

O que fez o vigia perceber que era o túmulo de D.Efigênia, já que estava tudo tão escuro? A única explicação era porque, há minutos ele havia saído de lá, pois  tinha corrido atrás de ladrões que insistiam em roubar o que restava de certos monumentos que enfeitavam ainda os poucos túmulos.

Olhando de um lado ao outro, observou que longe um vulto caminhava em direção ao portão. Porém, mal sabia o vigia que os ladrões já haviam saído do cemitério. Então, o que seria? Algum animal que resolvera encurtar o caminho de casa, já que o cemitério ficava entre uma invasão e uma rua?

 Sua reação foi a de correr atrás do vulto. Foi o que fez! Contudo, ao tentar agarrá-lo, tropeça e cai, ficando algum minuto desacordado. Quando recupera os sentidos, percebe que uma mão fria toca-lhe o rosto e, ao abrir os olhos, depara-se com uma forma sem forma, ou seja, uma visão descaracterizada de uma pessoa na sua frente. Espanta-se... E morre ali mesmo, devido ao susto.

No dia seguinte, moradores da invasão chamam uma radiopatrulha para averiguar um corpo que estava estendido em cima de um túmulo. Coincidência ou não, tratava-se do túmulo de D.Efigênia Alleta!

A polícia chega ao local, observa o corpo que  já estava rígido e constata-se que a morte ocorrera por volta das 3 horas da madrugada, presumidamente. Quando o corpo já ia sendo retirado para necropsia, um coveiro que estava olhando o movimento dos policiais decide verificar com mais detalhe aquele corpo frio e de olhos arregalados de terror e nota que havia uma queimadura em forma de cruz em sua mão direita. Isso fez com que os policiais ficassem perplexos com a constatação. Por isso combinam que, nessa noite, fariam  uma ronda no cemitério em busca de respostas sobre o crime.

A noite chega e com ela uma névoa e um frio intenso. Ao chegar ao cemitério, os policiais encontraram dezenas de velas acesas que davam a impressão de uma cidade iluminada. Entreolharam-se e Antônio comenta:

-‘’ As velas são da mesma cor – azuis – e estão colocadas na forma de uma cruz’’.

José retrucou: ‘’ Coincidência! Olhe! Acho que alguém está tentando nos impressionar, pois a história do vigia morto foi muito comentada na cidade. “E disse então:

"Vamos que daqui a pouco amanhece e a gente não descobrirá nada.”

Repentinamente, um deles pisa em algo, olha e disse que era apenas um pedaço de vidro. E prosseguem a ronda. O vento dançava em volta das grandes árvores, a poeira fazia voltas em cima das sepulturas. Cada folha que caía era carregada para dentro de uma cova. A brisa fria batia em seus rostos, já cansados e uma grande coruja com seus olhos arregalados fitava-os.

Em dado momento, ouve-se vozes saindo detrás de um túmulo e José disse:

“Será que hoje resolvemos este mistério? Vá pra lá  que eu fico deste lado. Se for alguém, a gente  pega! ’’

Depois de alguns segundos, porém, descobriram que era apenas um galho de árvore que com o vento do dia anterior não resistiu às fortes rajadas e ficara preso na árvore. E as vozes? Era o galho que, ao se mexer sobre a sepultura, fazia um barulho estranho que ambos por imaginação pensavam ser vozes. Voltando ao local de onde saíram, viram a foto de uma mulher em uma das sepulturas e com uma lanterna leram o que estava escrito: ... “Aqueles que foram culpados pela minha morte não terão sossego. Minha alma vagará pelas noites até que os culpados paguem pela minha morte... com suas vidas...”

De súbito, percebem que um vulto de uma mulher sai em direção ao portão. E correm em vão! A mulher some entre os túmulos. Antônio escora-se em uma tumba para descansar e não se dá conta que uma sombra sai de dentro de uma sepultura e agarra sua mão. Antônio espanta-se e tenta se livrar, mas, o vulto sussurra: “Vocês não deveriam ter vindo aqui!  Eu sei quem vocês são... ela sabe...”.

Os policiais correm em direção ao carro. Assustados com o que ouviram, temem por suas vidas. A chuva era intensa na hora, porém eles saem em disparada. Dentro do carro um pouco atônitos, eles começam a recordar de uma triste cena vivida em um Domingo chuvoso...

Era uma noite quando saíram bêbados de uma festa. Quando seguiam em alta velocidade pela pista escorregadiça, atropelaram uma mulher que estava de costas, andando pela rua. De repente... Um baque forte sobre o pára-brisa... E uma imagem de dor daquela que acabara de ser atropelada.
Antônio gritou:

-   ‘’O que fazemos?”

Ao que responde José:

- ’Nada... “Pois não poderemos socorrê-la, já que estamos bêbados...”

Na mão da mulher havia um terço ensanguentado. Seus olhos arregalados tinham se fixado na direção de seus atropeladores...

No dia seguinte à ronda no cemitério os corpos dos policiais foram encontrados dentro de um abismo... O curioso é que na mão de cada um havia uma cruz...

                           Fatalidade? Ou...

Bom, antes de terminar vou colocar amanhã um conto de uma jovem escritora que se diz apaixonada por histórias sobrenaturais! Mas,amanhã a gente conversa, ok??

Bjs,

Alda 



domingo, 26 de outubro de 2014

Os seis signos da luz.

O filme “Os seis signos da luz’’, é um filme de aventura que vai agradar todas as idades. Num local habitado por personagens mágicos, o filme é cheio de efeitos visuais.

Durante as férias de Natal, o jovem Will tem uma missão... Salvar o planeta das trevas, para manter o equilíbrio entre a luz e a escuridão. Ele é o sétimo filho de um sétimo filho. Por isso, terá que achar os signos escondidos.

A cada signo achado, ele é transportado e vive com os guardiões da luz os perigos diante do cavaleiro da escuridão.

Dica de hoje!

Bjs,

Alda