segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Tai Chi Chuan





Voltei a ficar saudosaaaaaaaaaaaaaa! 
Vamos lá!
Túnel do tempo!
 Uhuuuuuuuu!

Lembro-me do dia que disseram: Têm uma ótima aula de Tai Chi Chuan. Você vai gostar! Vai te deixar mais calma!’’. Será? pensei!(rs). Então, peguei todos os detalhes e fui até lá. 
O fato é que há anos buscava alguma atividade que ‘’me deixasse  mais zen’’(rs). Seria uma oportunidade de conhecer uma das artes marciais mais harmoniosas da China.

Trabalharia o corpo e a mente. Sei que era e ainda sou "meio estabanada’’, mas aprendi a conviver comigo, em certo equilíbrio. Então, aceitei participar da primeira aula inaugural.

Seria em um Sábado ao nascer do sol. Nossos pais só deixaram porque, a aula havia sido anunciada em um jornal de grande circulação aqui em Belém, O ‘’Jornal O Liberal’’ que há anos faz parte da leitura obrigatória dos meus pais.

Pois bem, no dia marcado cheguei à casa que ficava em uma alameda, bem silenciosa. Por fora, a casa não parecia ser grande, mas, por dentro tinha uma sala enorme sem moveis e poucos objetos na decoração.

Havia um relógio e este foi ‘’meu parceiro’’(rs) naquele imenso silêncio quando foi iniciada a aula. Haviam cerca de 8 alunos e a mestra. Aí, aí, aí...Terminarrr...pensava...Rs rs. Meu Deus...acabava de conhecer a eternidadeeee do silêncio! Cadê a minha mãeeee...Pensava em tudo ao mesmo tempo...Concentra, garota!!! Comooooo??(rs)

A mestra pediu para que ficássemos em completo silêncio e escutássemos a música que no fundo tocava. Ela pedia para esvaziar todos os pensamentos... Todoosss...Mas, como? Eu naquela época era muita ‘’barulhenta por dentro’’. Tinha muitos pensamentos,muitas dúvidas e curiosidades como aqueles movimentos harmoniosos iria tocar a minha alma e acalmar o meu espírito.

Juro que tenteiii!Tentei fazer o que a mestra solicitava através dos gestos já que, ela usava a comunicação não-verbal.Era toda desengonçada até fiquei com medo de ''pagar mico''.Enfim, eu olhava para o relógio. Estava sendo muito difícil ficar em silêncio. Quem me conhece sabe o quanto eu lutava com o meu ‘’eu’’!Sempre fui 220 watts.(rs)

Bjs,

Alda